"Devemos
ser como Daniel, de quem diz a Escritura que era homem que desejava grandes
e muitas coisas. Para a glória de Deus, desejemos grandes e muitas coisas.
Peçamos a Nossa Senhora muito, e sempre. E o que sobretudo Lhe devemos pedir
é aquilo que a Sagrada Liturgia suplica a Deus: Enviai o vosso Espírito e
tudo será renovado, e renovareis a face da terra" (Legionário,
Mês de Maria, 23 de maio de 1943). - Acima, altar-mor na Basílica de
Maria Auxiliadora, em Turim (Itália)
Nº 59 -
Novembro de 1955 -
Classicismo pagão e desvario neopagão / Quanto nos sorri a idéia de uma
China enfim convertida à única Igreja de Deus, e o Pagode Branco (em Hong Kong)
consagrado ao culto da Rainha do Céu e da terra! Uma torre inteiramente
isolada de qualquer conjunto arquitetônico é obra difícil de se realizar com
verdadeiro gosto. Pois facilmente cai nos extremos. Se se procura dar-lhe
ares de força, fica exposta a parecer vulgar e brutal. Se, pelo contrário, se a
constrói muito esguia, é difícil que não dê a impressão de caniço
insignificante. Com quanto amor ao equilíbrio, à harmonia, ao bom senso enfim,
os construtores desta torre souberam evitar ambos os excessos! (...) O
neopaganismo hodierno, fruto envenenado da apostasia, é de uma espécie mil vezes
pior que o paganismo antigo, deforma muito mais a fundo o homem, a arte, a
civilização e a vida, levando-os a um nível infra-humano em que triunfa sem
restrições o Poder das Trevas. É, em outros termos, a vitória de Satanás através
da vitória do maniqueísmo.
1993 - "Nobiltà ed élites tradizionali analoghe" /
Cap. VII (cont.)
6. Genesi dello Stato contemporaneo: a) Il declino delle regioni - Il
processo verso l'ipertrofia del potere regio; b) Sotto il regime
democratico-rappresentativo, l'assolutismo regio si trasforma nell'assolutismo
statale; c) La piramidizzazione centripeta - La superpiramidizzazione -
Due esempi: la banca e i mass-media; d) Il capitalismo di Stato:
continuazione della linea centripeta ed autoritaria anteriore - tomba di quanto
lo ha preceduto; e) Una tomba - due trilogie; f) Ciò che resta oggi della
nobiltà - La risposta di Pio XII
Nº 58 -
Outubro de 1955 -
Vida natural e orgânica, existência artificial e mecânica / As grandes
aglomerações, a conseqüente concentração dos negócios, a celeridade do ritmo de
vida que daí decorre, acentuada ainda pela vertiginosa facilidade que o radio, o
telégrafo e o telefone trazem à rápida circulação do dinheiro, tudo enfim
concorre para dar ao homem moderno condições de vida muito trepidantes. Sim.
Mas a que preço para sua saúde, seus nervos, seu equilíbrio, sua virtude, sua
vida de família? Não há nisto uma expressão da mecanização perigosa da vida?
1993 - "Nobiltà ed élites tradizionali analoghe" /
Cap. VII (cont.)
5. La monarchia assoluta, ipertrofia della regalità tendente allo Stato
totalitario populista:a) La monarchia assoluta assorbe i corpi e i
poteri subordinati; b) Non restava loro che appoggiarsi alle burocrazie civili e
militari - Le pesanti "stampelle" della regalità assoluta; c) Centralizzazione
del potere in Francia * Debolezza della farraginosa onnipotenza bonapartista;
d) La dissoluzione del Sacro Romano Impero; e) L'assolutismo nella penisola
iberica * Conseguenza dell'assolutismo: infiacchimento della nobiltà e dello
stesso potere regio; f) La strapotenza dello Stato borghese - L'onnipotenza
dello Stato comunista
Nº 57 -
Setembro de 1955 -
Novo estilo na Propaganda Comunista/ Outrora a Rússia exportava só
ateísmo franco, categórico, explosivo. Seus líderes eram agitadores que
porejavam em todo o seu ser materialismo, brutalidade, espírito de revolta. Mas
acontece que a experiência mostrou aos sovietes a insuficiência desta tática.
Compreenderam eles a necessidade de vestir pele de ovelha para penetrar em
certos ambientes. Reabriram então as igrejas fechadas, restauraram o
"patriarcado" cismático de Moscou, reconstituíram a hierarquia da igreja russa e
sob pretexto de "ortodoxia" se infiltram assim em ambientes religiosos, outrora
irredutivelmente fechados à sua influência.
Nº 56 -
Agosto de 1955 -
Eficácia formativa da iconografia / Um princípio geralmente admitido na
iconografia preceitua que a fisionomia e o porte das imagens devem espelhar as
virtudes das pessoas que elas representam. Assim, a arte concorre para a
formação moral dos fiéis.Esse princípio, que implica em atribuir à
arte uma verdadeira missão na santificação do homem, não pode ser posto em
dúvida por parte de católicos equilibrados e sensatos. Ele se confirma pelo
sentir de todas as gerações católicas, pela Tradição e pela Revelação. Em todos
os tempos, a arte cristã entendeu que as imagens deveriam exprimir santidade.
Sempre se considerou que foi uma graça de santificação excepcional para os
coetâneos de Nosso Senhor e de Nossa Senhora poder contemplar-lhes as faces
inexprimivelmente virtuosas. (...) A arte, mesmo e quando se diz católica,
pode veicular, implícitos, os mais graves e funestos erros contra a moral
católica.
1993 - "Nobiltà ed élites tradizionali analoghe" /
Cap. VII (cont.)
3. Origini storiche della nobiltà feudale - Genesi del feudalesimo: a)
La classe dei proprietari terrieri si costituisce come nobiltà militare e anche
come autorità politica; b) La classe nobiliare: partecipazione subordinata del
potere regio; c) Si delineano le regioni - Il bene comune regionale - Il signore
della regione; d) Il re medioevale; e) Il regime feudale: fattore di unione o di
disunione? - L'esperienza del federalismo contemporaneo
Nº 55 - Julho
de 1955 -
Vida mecânica, vida natural / Há doenças que vão devorando sua vitima
tão aos poucos, que ela nem percebe. Lentamente, vai se adaptando às situações
novas, e perdendo a recordação de como se sentia quando gozava inteira saúde. E
por isto, para que o médico obtenha que uma pessoa nestas condições se trate, é
necessário que comece por lhe dar inteira consciência de que seu estado é
anômalo. O que só alcança reavivando-lhe a memória do que era antigamente, e
comparando este antigo estado com sua situação presente. Publicamos hoje um
aspecto típico do ambiente popular alsaciano.
Nº 54 - Junho
de 1955 -
Prazeres que conduzem à psicose, distrações que preparam para o trabalho
/ A distensão dos prazeres castos e calmos do lar, ou de uma vida razoável,
temperante, tranqüila, parecem aos viciados em excitações, das megalópoles, de
um tédio insuportável. E, assim, só a intemperança, a excitação e o vício
divertem. É de admirar que nesse ambiente sejam tantos os pecados, tão terríveis
as psicoses?
1993 - "Nobiltà ed élites tradizionali analoghe" /
Capitolo VII - Genesi della nobiltà. La sua missione nel passato e nel presente:
2. La famiglia di fronte all'individuo, ai corpi intermedi e allo Stato:
a) Dall'individuo alla famiglia, da questa alla gens, e infine alla tribù
- nella direzione della fondazione della civitas nasce lo Stato; b)
Nell'individuo e nella famiglia, i fattori più essenziali al bene comune dei
corpi intermedi, della regione e dello Stato - La famiglia feconda, un
microcosmo; c) Famiglie, microcosmi che convivono fra loro in modo analogo alle
nazioni ed agli stati; d) La famiglia e il mondo delle attività professionali o
pubbliche - Lignaggi e professioni; e) I lignaggi formano élites perfino nei
gruppi o negli ambienti professionali più plebei; f) Società gerarchica, e come
tale partecipativa - Padri regali e re paterni
1993 - "Nobiltà ed
élites tradizionali analoghe" / Capitolo VII - Genesi della nobiltà. La sua
missione nel passato e nel presente:
1. La sfera privata e il bene comune:a) I gruppi umani - I capi:
requisiti intellettuali del detentore dell'autorità; requisiti della volontà e
della sensibilità; il capo nelle circostanze eccezionali, sia propizie che
avverse; utilità e opportunità di questa sistematizzazione di nozioni - b)
Primato e nobiltà del bene comune - Come si distingue dal bene individuale:
gruppi privati il cui bene comune ha carattere trascendente, regionale o
nazionale; importanza delle società di sfera privata per il bene comune della
regione, della Nazione e dello Stato; una particolarissima società nella sfera
privata: la famiglia - c) La nazione e lo Stato nascono dalla sfera privata -
La pienezza del bene comune: la formazione delle nazioni e delle regioni; lo
Stato come società perfetta - la sua sovranità e maestà - la sua nobiltà suprema
1993 - "Nobiltà ed
élites tradizionali analoghe" /
Capitolo VI - Importanza della cooperazione di Nobiltà ed élites tradizionali
per la soluzione della crisi odierna: 1. La virtù cristiana, essenza
della nobiltà; 2. La nobiltà e le élites tradizionali come guide della
società; 3. Le guide assenti - il male dell'assenza; 4. Altro modo di
rifiutare la propria missione: lasciarsi corrompere e deteriorare; 5. Nel
campo dell'apostolato, l'opzione preferenziale per i nobili è finalizzata al
bene comune della società
Nº 53 - Maio
de 1955 -
Amor e temor na piedade cristã / Segundo o ensinamento da Igreja, o
amor e o temor de Deus são virtudes. Ecomo entre as virtudes não pode
haver antagonismo nem contradição, nem o amor exclui o temor, nem o temor exclui
o amor. Mais ainda. Ambas estas virtudes são essenciais à salvação. Se não
se compreende um Santo sem amor de Deus, igualmente não se compreende um Santo
sem temor. Pode-se afirmar que o amor é virtude mais alta que o temor. Pode-se
afirmar que estas virtudes influenciam em proporções diferentes cada alma,
conforme seu feitio e as vias da graça. Mas abstrair de uma virtude sob
pretexto de estimular a outra, calar sobre o temor para desenvolver o amor,
ou vice-versa, é, normalmente, infligir às almas um irremediável prejuízo.
- A arte religiosa: meio maravilhoso para nos mostrar como amar e como temer
a Jesus Cristo, Senhor Nosso.
2013-05-12 - Roma: la
TFP italiana è stata una delle realtà che hanno partecipato alla straordinaria "Marcia
per la vita", con più di 30mila persone. Più informazione sul sito
www.marciaperlavita.it
Nº 52 - Abril
de 1955 -
Almas delicadas sem fraqueza, e fortes sem brutalidade / Entre a força e
a delicadeza de alma não há incompatibilidade, desde que uma e outra sejam
retamente entendidas. E uma alma pode ao mesmo tempo ser delicadíssima sem
nenhuma fraqueza e fortíssima sem nenhuma brutalidade.
1993 - "Nobiltà ed élites tradizionali analoghe" /
Capitolo V - La nobiltà in una società cristiana – Perpetuità della sua missione
e del suo prestigio nel mondo contemporaneo: 1. Clero, nobiltà e popolo;
2. Decadenza dell'ordinamento medioevale nei tempi moderni; 3. La nobiltà
deve mantenersi come classe dirigente nel contesto sociale, profondamente
trasformato, del mondo attuale; 4. Adattandosi prudentemente al mondo
moderno, la nobiltà non scompare nel livellamento generale; 5. Per
corrispondere alle attese che in essa sono riposte, la nobiltà deve brillare
per i suoi doni specifici; 6. Perfino quelli che ostentano disprezzo per le
antiche forme di vita non sono del tutto insensibili al lustro nobiliare; 7. Le
virtù specifiche dei nobili si comunicano a qualsiasi mestiere che esercitano;
8. Un esempio sublime: il matrimonio di due membri della stirpe regale nel
cui focolare nacque e visse l'Uomo-Dio; 9. La più alta funzione sociale
della Nobiltà: conservare, difendere e diffondere gli insegnamenti cristiani
contenuti nelle nobili tradizioni che la distinguono; 10. Dovere della
nobiltà: non dissolversi nell'anonimato ma al contrario resistere all'ondata
dell'egualitarismo moderno; 11. Nobiltà: categoria particolarmente insigne nella
società umana - Essa dovrà renderne particolare conto a Dio
1993 - "Nobiltà ed élites tradizionali analoghe" /
Capitolo III - Popolo e massa - Libertà e uguaglianza: retto significato e
concetto rivoluzionario, in un regime democratico: 1. Legittimità e perfino necessità di giuste e proporzionate
disuguaglianza tra le classi sociali; 2. Popolo e moltitudine amorfa: due
concetti diversi; 3. Le disuguaglianza derivanti dalla natura debbono esistere
anche in una vera democrazia; 4. In una democrazia traviata, la libertà diventa
tirannia e l'uguaglianza degenera in livellamento meccanico
09/05/2013 - Festa de São
Pacômio, fundador do monasticismo cenobita
1993 - "Nobiltà ed élites tradizionali analoghe" /
Capitolo I - Per smontare obiezioni previe / 1. Senza pregiudizio per
una giusta e ampia azione in favore dei lavoratori, è opportuna un'azione in
favore delle élites; 2. Nobiltà: specie del genere “élites tradizionali”; 3.
Obiezioni antinobiliari impregnate dello spirito ugualitario della Rivoluzione
francese; 4. Gli insegnamenti di Pio XII: valido scudo davanti agli attacchi
alla nobiltà; 5. Insufficienza delle nozioni intuitive ed implicite -
Ricchezza di concetti con cui Pio XII ha trattato l’argomento; 6.
Allocuzioni di pura convenienza sociale, vuote di contenuto, di pensiero e di
sentimento? 7. Documenti di valore permanente.
1993 - Nobiltà ed élites tradizionali analoghe
-
Prefazione di S.A.I.R. il Principe Luiz de Orléans e Braganza, Capo della Casa
Imperiale del Brasile/ Per comprendere pienamente quest'opera di
Plinio Corrêa de Oliveira è necessario tenere presente le principali
sfaccettature della sua vita pubblica: scrittore, uomo d'azione, ma
soprattutto pensatore. Un pensatore dedicato meno alla mera speculazione
dottrinale che all'analisi del secolo in cui vive, dei problemi che lo
tormentano e, secondo le soluzioni date a questi problemi, delle vie
sulle quali viene condotta la storia umana. - Fino ad ora, sua opera
capitale è “Rivoluzione e Contro-Rivoluzione”. Sono convinto che accanto
a questa dovrebbe aggiungersi “Nobiltà ed élites tradizionali analoghe nelle
allocuzioni di Pio XII al Patriziato ed alla nobiltà romana”.
Nº 51 - Março de 1955 -
Beleza e dignidade de uma vida simples / Reconhecendo não só como
inevitável, mas como conveniente, legítima e bela a diversidade de fortunas e
classes sociais, os Papas têm entretanto pregado insistentemente a paz e a
colaboração entre elas, e têm condenado com veemência a luta social. Mas a
Igreja ensina que, para que tal paz seja conforme Nosso Senhor Jesus Cristo, é
preciso que a todos os homens se reconheça o direito a uma vida digna, estável,
tranquila e decorosa. Em conseqüência disto, o verdadeiro católico deve ser
cioso, não só de proteger as elites autênticas constituídas pela virtude,
pela educação, pela tradição e pelo saber, como também de iluminar de
dignidade, tranquilidade, beleza, e sobretudo de virtude, as condições de
existência das camadas menos elevadas da sociedade.
1993 - "Nobiltà ed élites tradizionali analoghe nelle
allocuzioni di Pio XII al Patriziato ed alla Nobiltà Romana" /
Cos’è l’“opzione preferenziale”? - L’opzione preferenziale per i
nobili e quella per i poveri non si escludono fra loro, e meno ancora si
contrappongono, comeinsegna Giovanni Paolo II: “Sì, la Chiesa fa sua
l'opzione preferenziale per i poveri. Una opzione preferenziale, si badi, non
dunque un'opzione esclusiva o escludente, perché il messaggio della salvezza è
destinato a tutti”.
Nº 49 - Janeiro de 1955 -
Regionalismo, Tradição e bom gosto / Em matéria de arte, deve-se
evitar dois extremos igualmente errados. Um é o cosmopolitismo, que
visa constituir para o mundo inteiro uma só arte, sem considerar as
características próprias a cada povo e a cada região. O outro é o jacobinismo,
que rejeita qualquer influência alienígena, mesmo nos casos em que esta é
legitima e necessária, para se encerrar no âmbito puramente nacional.
Marzo 2013 - Pubblicato un nuovo libro di Plinio Corrêa de
Oliveira edito dalla
Cantagalli: INNOCENZA PRIMORDIALE E CONTEMPLAZIONE SACRALE DELL’UNIVERSO
(2013, pagine 368)
1978-04-18 -
No Brasil e na China
/ Fatos diversos acompanhados de breves comentários - Forte e saudável lição de
bom senso que nosso público ficou a dever a "Joãozinho Trinta", da Escola
Beija-Flor, tricampeã do carnaval carioca. Acusada essa Escola de esbanjar
dinheiro no último certame carnavalesco,
Joãozinho Trinta
revidou com uma
frase lapidar. Li-a nas próprias colunas da "Folha de São Paulo":
"Povo gosta é de luxo. Quem gosta de miséria é intelectual". O povo se
regozija com todas as pompas. Tem o senso do maravilhoso. É certa formação
demagógica que leva muito intelectual a declamar contra o luxo, na suposição de
assim agradar o povo.
Nº 48 -
Dezembro de 1954 - Altivez
popular e
pretensão revolucionária -
"Deve haver diferença de classes sociais, pela própria e imutável
ordem natural das coisas, conforme ensinam os Papas. E assim, em qualquer
sociedade, deverá haver ricos e pobres, famílias ilustres e famílias modestas,
intelectuais e trabalhadores manuais. (...) Enquanto, sobretudo, a temperança
cristã não expulsar da atmosfera contemporânea o tóxico da Revolução, e todas as
classes, em lugar de sonharem com uma louca igualdade, não souberem amar-se em
Jesus Cristo, Nosso Senhor, que quis nascer fidalgo e trabalhador manual,
Príncipe da Casa de Davi e filho de carpinteiro, para fazer circular entre
elas as correntes de amor e caridade cristã."
26/04/2013 -
FESTA DE NOSSA SENHORA DO BOM CONSELHO
Celebra-se hoje a festa litúrgica da invocação a Nossa Senhora
como Mãe do Bom Conselho. Quem hoje em dia não necessita de um bom
conselho? É, pois, uma excelente ocasião para que o peçamos especialmente,
com toda confiança, ardor e humilde espírito hierárquico. Convidamos aos
prezados leitores que visitem a página Mariologia
dedicada a tal invocação.
Nº 47 -
Novembro de 1954 - Tensão e
distensão no semblante de um
Santo -
"Nos jardins do Vaticano, o Papa S. Pio X acolhe visitantes distintos, que
lhe apresentam suas homenagens. O corpo do Papa, (...) exprime repouso e
distensão. É que o Santo está passeando em instantes de lazer. O sorriso afável,
quase carinhoso, o gesto do braço que se estende, da mão que se abre, exprimem
uma colhida franca e paternal. Em todos os circunstantes nota-se o efeito da
presença do Pontífice: muito respeito, que não exclui uma suave e natural
alegria. O lazer de um Santo nunca é porém esquecimento de seus deveres. "
21/04/2013
LUCÍLIA RIBEIRO DOS SANTOS - 22/04/1876 -
21/04/1968
"A virtude
–escreve Mons. Trochu– passa facilmente do coração
das mães ao coração dos filhos". "Educado por uma mãe cristã, corajosa e
forte –escreveu o Padre Lacordaire da sua mãe–
a
religião tinha passado do seu seio para mim, como um leite virgem e sem
amargura".
Em termos
análogos Plínio Corrêa de Oliveira atribuiu a DªLucília o cunho espiritual que desde a infância
selou a sua vida:
"A minha mãe
ensinou-me a amar Nosso Senhor Jesus Cristo, ensinou-me a amar a Santa Igreja
Católica". "Eu recebi dela, como algo que deve ser tomado profundamente a
sério, a Fé Católica Apostólica Romana, a devoção ao Sagrado Coração de Jesus
e a Nossa Senhora".
A ela, nosso preito de agradecimento pelo filho que formou, pelo filho que
deu à Santa Igreja.
Nº 46 -
Outubro de 1954 -
Conforto físico – Bem estar moral-
Comparar é um dos melhores meios de analisar.
Se queremos pois analisar nossa época, é legítimo que a comparemos. E com o que?
Com o futuro, ainda incógnito, é impossível, pois objetos desconhecidos não
podem servir de termo de comparação. Logo, a comparação só pode ser com o
passado. Uma das mais notáveis utilidades da História consiste precisamente
nisto: apresentar-nos uma fiel imagem do passado, a fim de que melhor conheçamos
o presente. E fazer tal comparação não é ser saudosista. É
ser claro, prático, direto no nobre exercício de espírito que é a análise.
Nº
45 - Setembro de 1954 - "Tudo se
reflete nos olhos: cólera,
medo, afeto ou alegria"
- "Grandes olhos claros, cheios de luz, nos quais parece nunca se ter
espelhado qualquer fraqueza ou qualquer baixeza humana. Grandes olhos que
parecem feitos para a exclusiva consideração do que há de mais transcendental
nesta vida e para os imensos horizontes do Céu. Mas ao mesmo tempo olhar de uma
invencível força perfurante em relação às coisas da terra, capaz de transpor
todas as aparências, todos os sofismas, todos os artifícios dos homens,
mergulhando até o mais fundo recôndito dos acontecimentos e dos corações. Alma
de varão justo e contemplativo, que vê alto e vê fundo, porque vive imersa nas
claridades de um pensamento lógico, iluminado por uma fé impecavelmente
ortodoxa."
16/04/2013 -
Festa de Santa Bernardette Soubirous, a quem apareceu Nossa Senhora em Lourdes
Nº
44 - Agosto de 1954 - Altivez é harmonioso complemento da humildade -
"Numa época em que um vento de vileza sopra em tudo, e procura até
mediocrizar o Sacerdócio,preconizando um tipo de Clérigo amesquinhado,
vulgarizado, secularizado, ao sabor da demagogia reinante, a nobre figura do
Cardeal Merry del Val se apresenta como um admirável modelo de dignidade
sobrenatural, que nos faz entender bem a dignidade inefável do Sacerdote na
Igreja de Deus. Dignidade esta que pode refulgir tanto em um Prelado como
Rafael Merry del Val quanto no mais modesto Vigário de aldeia."
1970-04-16 -
Santa Bernadette Soubirous: exemplo de desinteresse, alienação e holocausto
/ Oração heróica de quem foi escolhida para ser o arco por onde um raio de sol
penetrou no mundo contemporâneo - Uma vítima expiatória pela glória da Igreja e
salvação das almas - "O que faz a grandeza de uma pessoa não é a grandeza
da aparição, mas a grandeza da cruz" - Exame de consciência a propósito
do exemplo que nos foi dado por Santa Bernadette.
Nº 43 -
Julho de 1954 - Damas e
cavalheiros de 1900,
esportistas de 1954 -
"Ninguém ignora que as atitudes esportivas, as maneiras esportivas, a
atmosfera esportiva, os trajes esportivos vão invadindo toda a vida. E que cada
vez mais se pronuncia a tendência a usar trajes esportivos em circunstâncias ou
ambientes que têm com o esporte uma relação muito longínqua. Isto indica
claramente que, dia mais dia menos, estes serão os trajes correntes. É contra
este espírito de transformação da vida num pic-nic, que devemos
protestar, em nome do bom senso, do critério, e do amor às justas
proporções."
Nº 42 -
Junho de 1954 - Dois ideais: o Direito e a máquina - "Tout passe,
tout casse, tout lasse et tout se remplace. De perene no mundo, só a Igreja.
Ruiu o Coliseu. Um dia poderá ruir o Maracanã. E que impressão deixarão os seus
restos, se restos ficarem? (...) a fotografia aérea do Maracanã põe a nu todas
as suas lacunas. Dir-se-ia uma peça de máquina, banal, rude, sem alma, na qual
se apinham alguns milhares de formigas: são os espectadores. É a expressão de um
mundo que tomou por ideal, não o direito como Roma, nem a filosofia como a
Grécia, e muito menos a teologia como o século XIII, mas a máquina. A máquina,
ou seja, a matéria. (...) Virão algum dia os povos ver suas ruínas? Talvez...
para compreender melhor como desabou nossa civilização, para menear a cabeça, e
continuar o caminho pensando na justiça de Deus."
Nº
41 -
Maio de 1954 - O Anjo
de Guarda é menos inteligente do que o
demônio? -
"As
representações que certa iconografia muito corrente faz dos Anjos bons em que
sentido são? Mostram-nos como seres eminentemente bem intencionados, felizes,
cândidos, e tudo isto é conforme à santidade, à bem-aventurança, à pureza que
possuem em grau eminente. Mas essas representações passam da conta, e, querendo
acentuar a bondade e a pureza dos Anjos fiéis, não sabendo de outro lado como
exprimir ao mesmo tempo sua inteligência, sua fortaleza, sua admirável
majestade, figuram seres insípidos e sem valor."
1966-04-04 -
São Vicente Ferrer: pregador extraordinário, quiçá jamais superado /
Denomina-se a si mesmo “Anjo do Apocalipse” - Assemelha-se a um profeta do
Antigo Testamento e anuncia a derrocada da Cristandade e o começo da Revolução
Nº
40 -
Abril de 1954 - O Maravilhoso, o real e o horrendo na literatura infantil
-
"As histórias, todos o sabem, são
os primeiros contatos das crianças com a vida. Através delas a
inteligência infantil transpõe os limites do ambiente doméstico, e aprende
as noções iniciais sobre a sociedade humana, com as inúmeras
diferenciações que comporta, as atrações que oferece, os deveres que
impõe, as decepções que traz, e o jogo complicado das paixões nos altos e
baixos desta grande luta que é a existência. (...) Daí haver importância essencial,
para uma civilização católica, em proporcionar às crianças uma literatura
profundamente e sadiamente religiosa. Não falamos apenas do curso de
Catecismo e História Sagrada, que deve ser o centro de tudo, mas de
histórias que fossem como que o comentário, o prolongamento, a aplicação
do que a Religião ensina."
Nº 39 -
Março de 1954 -
Pró ou contra o moderno: questão de palavras ou de princípios?
-
"Somos pelo esporte ou contra
o esporte? Pelo moderno ou contra o moderno? Questões confusas e
capciosas. Se moderno é sinônimo de
materialista, revolucionário, pagão, somos contra o moderno. Se quer dizer
hodierno, distinguimos: somos pelo hodierno sadio e honesto, contra o
hodierno pagão".
"Somos contra o "moderno"? Por esta
palavra se entende o que é, não só próprio, mas típico de nossa época,
algo que: a) lhe é inerente; b) a diferencia do passado; c) a distinguirá
do futuro. Ora, em matéria de arte - e em muitas outras - uma propaganda
hábil, pertinaz, onímoda, vai inculcando cada vez mais certo espírito de
materialismo, de sensualidade, de extravagância delirante. O estilo
animado por este espírito preside à construção ou reconstrução de cidades
inteiras, marca em todas as partes do mundo o aspecto externo e a
decoração interior da maioria dos edifícios novos de importância grande,
media ou até pequena, expõe suas produções em certames de arte universais,
etc., etc.. (...) Se a isto e só a isto se chama
moderno, se ser moderno é aceitar a marca, o estigma do materialismo, não
só do materialismo cru, mas do materialismo "moderado" com todas as suas
colorações e despistamentos, então é inegável que somos antimodernos
porque somos católicos."
1945-04-01 - "O Legionário" - Páscoa -
"Em sua impiedade [os judeus]
negavam que Nosso Senhor fosse Filho de Deus, que fosse capaz de destruir a
prisão sepulcral em que jazia, que, sobretudo, fosse capaz de passar da morte à
vida. Ora, tudo isto se deu. Nosso Senhor ressuscitou sem qualquer auxílio
humano, e sob seu império a pesada pedra da sepultura deslocou-se leve e
rapidamente, como uma nuvem. E Ele ressurgiu.
Assim também a Igreja imortal pode ser
aparentemente abandonada, enxovalhada, perseguida. Ela pode jazer, derrotada na
aparência sob o peso sepulcral das mais pesadas provações. Ela tem em si mesma
uma força interior e sobrenatural, que lhe vem de Deus, e que lhe assegura uma
vitória tanto mais esplêndida quanto mais inesperada e completa.
Essa a grande lição do dia de hoje, o grande
consolo para os homens retos que amam acima de tudo a Igreja de Deus: Cristo
morreu e ressuscitou. A Igreja imortal ressurge de suas provações, gloriosa como
Cristo, na radiosa aurora de sua Ressurreição."
1943-04-25 - "O Legionário" - Páscoa - "A
Ressurreição representa o triunfo eterno e definitivo de Nosso Senhor Jesus
Cristo, o desbarato completo dos seus adversários, e o argumento máximo de nossa
Fé. Disse S. Paulo que, se Cristo não tivesse ressuscitado, vã seria nossa Fé. É
no fato sobrenatural da Ressurreição que se funda todo o edifício de nossas
crenças. Meditemos, pois, sobre tão alto assunto.
[...]
Esta certeza
tranqüila no poder da Igreja, tranqüila de uma tranqüilidade toda feita de
espírito sobrenatural, e não de qualquer indiferença ou indolência, podemos
aprendê-la aos pés de Nossa Senhora. Só Ela conservou íntegra a Fé, quando
todas as circunstâncias pareciam ter demonstrado o fracasso total de seu
Divino Filho. Descido da Cruz o Corpo de Cristo, vertida pela mão dos algozes,
não só a última gota de sangue, mas ainda de água, verificada a morte, não só
pelo testemunho dos legionários romanos, como pelo dos próprios fiéis que
procederam ao sepultamento, aposta ao túmulo a
pedra imensa que lhe devia servir de intransponível fecho, tudo parecia
perdido. Mas Maria Santíssima creu e confiou. Sua Fé se conservou tão segura,
tão serena, tão normal nestes dias de suprema desolação, como em qualquer
outra ocasião de sua vida. Ela sabia que Ele haveria de ressuscitar. Nenhuma
dúvida, nem ainda a mais leve, maculou seu espírito. É aos pés dEla, portanto,
que haveremos de implorar e obter essa constância na Fé e no espírito de Fé,
que deve ser a suprema ambição de nossa vida espiritual."
"Se queremos, pois, condoer-nos com a Paixão de
Nosso Senhor Jesus Cristo, meditemos sobre o que Ele sofreu na mão dos judeus,
mas não nos esqueçamos de tudo quanto ainda hoje se faz para ferir o Divino
Coração.(...)
A Igreja, sofredora, perseguida, vilipendiada, aí está
a nossos olhos indiferentes ou cruéis. Ela está diante de nós como Cristo
diante de Verônica. Condoamo-nos com os padecimentos dela. Com nosso carinho,
consolemos a Santa Igreja de tudo quanto Ela sofre. Podemos estar certos de que,
com isto, estaremos dando ao próprio Cristo uma consolação idêntica à que Lhe
deu Verônica."
"Em contato com o superior, o inferior pode e deve tributar-lhe todo o
respeito, sem o menor receio de se rebaixar ou degradar. O superior, por sua
vez, não deve ser vaidoso, nem prepotente. Sua superioridade não decorre da
força, mas de uma ordem de coisas muito santa, e desejada pelo Criador.
Na Igreja Católica, os costumes exprimem com admirável
fidelidade esta doutrina. Em nenhum ambiente os ritos e as fórmulas de polidez
consagram mais acentuadamente o princípio de hierarquia. E em nenhum, também, se
vê tão claramente quanta nobreza pode haver na obediência, quanta elevação de
alma e quanta bondade pode haver no exercício da autoridade e da preeminência."
25/03/2013 -
FESTA DA ANUNCIAÇÃO DO ANJO E ENCARNAÇÃO DO VERBO DIVINO
1945-03-25 - A HORA DO BEIJO -
"Por que falou Nosso Senhor tão alto,
quando respondeu "Ego Sum"? Só para atordoar fisicamente os que O prendiam? Mas
para quê se Ele Se entregava voluntariamente à prisão? É que Ele falou ainda
mais alto a seus corações, do que a seus ouvidos, e se lhes falou alto aos
ouvidos, não foi senão para lhes falar ainda mais alto aos corações. Não sabemos
qual foi o proveito que aqueles homens fizeram da graça que receberam. Mas
certamente o temor que tiveram, quando tombaram à voz do Mestre, lhes foi
salutar como foi salutar a Saulo, quando a mesma Voz lhe gritou "Saulo, Saulo,
por que me persegues?"
1941-04-06 -
Ramos
-
"Ninguém se santifica meditando sobre as virtudes ou defeitos alheios sem
qualquer aplicação ao que sucede em nós ou em torno de nós /
As meditações que tão frequentemente se fazem a respeito da ingratidão, da
covardia e da cegueira dos Apóstolos, durante a Paixão, não devem ter, para nós,
interesse meramente especulativo.
Também nós temos, para com Nosso Senhor, ingratidões, covardias e cegueiras
muito parecidas com as dos Apóstolos, e seria ridículo pensar apenas nos
defeitos deles, sem tomarmos também em consideração a "trave que está em nosso
próprio olho".
1947-03-30 -
Reflexiones durante la Semana Santa: No hay verdadero amor sin
sacrificio - La Pasión de Cristo en nuestros días - Incredulidad culpable - Unos
conspiran, otros duermen... - La tibieza y el amor de Dios
1933-03-26 -
Ideal Mariano
/
São José, proposto pela Igreja como
modelo dos chefes de família e dos operários, é também modelo ideal de todas as
grandes virtudes católicas
/ A Igreja Católica se serve do exemplo de seus grandes santos para “levantar ao
alto” nossos corações, indicando-nos que a única preocupação real desta vida é
a aquisição daquela perfeição espiritual que será o único patrimônio que
conservaremos, a despeito das crises financeiras, das comoções sociais e da
fragilidade das coisas humanas, para, finalmente, transpormos com ele os
próprios umbrais da eternidade. -
Vida interior intensa, constante, ilimitadamente ambiciosa, no sentido
espiritual da palavra, eis a grande lição que a festa de São José nos deixa.
Nº 124 –
Abril de 1961 -
Suntuosidade e amor aos pobres na doutrina católica
-
"Não é raro, hoje em dia, encontrar nos arraiais
socialistas e outros, pessoas que desejariam da Igreja uma transformação
igualitária. Não se trata de vender estes ou aqueles tesouros para
acudir excepcionalmente necessidades de emergência dos pobres. Trata-se,
sim, de a título definitivo modificar o aspecto das funções litúrgicas e
da arte sacra. Nada de paramentos preciosos, de relicários de alto
valor, de edifícios sagrados luxuosos como palácios. Isto não quadra,
dizem, com a caridade evangélica. Convém reservar todo o dinheiro para
os pobres."
1993 - Dall'opera
"Nobiltà
ed élites tradizionali analoghe nelle allocuzioni di Pio XII al Patriziato ed
alla Nobiltà romana" -
San Bernardino da Siena: "Giuseppe fu di tanta nobiltà che, in un certo
modo, se ci è permesso esprimerci così,
diede la nobiltà temporale a Dio in Nostro Signore
Gesù Cristo” - San Pietro Giuliano Eymard: "Il Figlio di Dio, il quale ha
voluto umiliarsi per un certo tempo,
ha voluto anche riunire nella sua Persona tutti i generi di grandezza;
la Chiesa non intende la nobiltà in termini di democrazia:
rispettiamo, pertanto, tutto ciò che essa rispetta. La nobiltà è di Dio".
"Não, entre uma e outra ordem de valores não existe
contradição, senão na mente dos igualitários, servos da Revolução. Pelo
contrário, a Igreja Se mostra santa, precisamente porque com igual
perfeição, com a mesma sobrenatural genialidade, sabe organizar e
estimular a prática das virtudes que esplendem na vida obscura do Monge, e
das que refulgem no cerimonial sublime do Papado. Mais ainda. Uma coisa se
equilibra com a outra. Quase poderíamos dizer que um extremo ( no sentido
bom da palavra ) compensa a outro e com ele se concilia."
1976-03-19 -
Nobreza, humildade e lógica de São José
/ Comentários à
“Suma dos dons de São José”, capítulo VII – “Objeções contra a nobreza de São
José”
/ Deve fazer parte da destreza de nosso espírito que gostemos de ver esse
embate de argumentos, ainda que sejam contra nossas teses, e depois as
respectivas refutações. É como uma esgrima, muito mais alta e bela do que o
florete material: é a esgrima da inteligência.
17/03/2013-
Festa de São Patrício, apóstolo da Irlanda
Maio de 1969 - IDOC e GRUPOS PROFÉTICOS - Em ascensão triunfal - A Heresia Modernista
-
"No alto da Cruz, nosso Senhor Jesus Cristo não sofreu apenas em razão
dos ultrajes morais e físicos que Lhe foram infligidos por seus algozes. Padeceu
também na previsão de todos os pecados que se cometeriam até a consumação dos
tempos. Entre eles a trama secreta feita em poderosos meios católicos para
"reformar" a Igreja – transformando-A em uma Igreja-Nova panteísta,
desmitificada, dessacralizada, desalienada, igualitária, e posta a serviço do
comunismo – constituiu por certo um dos mais atrozes tormentos de nosso Divino
Redentor. Sim, d’Ele que ensinou por sua Vida, Paixão e Morte o contrário de
todos esses erros clamorosos."
1967-03-16 -
São Patrício, apóstolo da Irlanda
— Seus “inimigos caíam mortos, os amigos ressuscitavam. Os túmulos pareciam um
domínio sobre o qual ele tinha direito”... "Essa idéia dos bardos cantando na
terra e do Céu aberto, como se fosse uma clarabóia, revoadas de Anjos ouvindo
aquela voz, tem uma indiscutível poesia que dá um aroma e uma força de atração
verdadeiramente extraordinária, como bem definiu certo escritor do séc. XIX
chamando a Idade Média de 'doce primavera da fé'!"
15/03/2013 -
Festa de São Clemente Maria Hofbauer (padroeiro de Viena)
1941-04-13 -
Nós também/
Descrição de como se pode dar o evanescimento de uma Fé robusta, inabalável:
verdades diminuídas, a busca do que duvidar em vez da procura da verdade sólida
que permite se deduzir outras verdades; o espírito cético - proveniente da mania
invariável de condescender - conduz ao relativismo. Exemplo: erros que
procedem de um temor mais ou menos inconsciente quanto à fecundidade
sobrenatural da Santa Igreja Católica, Apostólica, Romana. - Trata-se de
retornar à ortodoxia virginal da Fé.
1978 - Aberta
a sucessão de Paulo VI,
Plinio Corrêa de Oliveira considerou a hipótese da eleição de um Cardeal polonês
("O
Cunctator: um maximalista?", publicado na Folha de S. Paulo, a 24 de
agosto de 1978), o que poucos julgavam provável. Após o breve pontificado de
João Paulo I
(3-9-1978 a 28-9-1978),
é elevado ao sólio pontifício o Cardeal Karol Wojtyla, Papa João Paulo II,
na eleição de 16 de Outubro daquele mesmo ano (cfr.Um homem, uma obra, uma gesta – Homenagem das TFPs a Plinio Corrêa de
Oliveira, EDIÇÕES BRASIL DE AMANHÃ, São Paulo, 1989,
II Parte, II secção, n. 10)
23 de outubro de 1978: o histórico abraço entre o Papa João Paulo II e o
grande amigo Cardeal Stefan Wyszyński, arcebispo de Varsóvia e primaz da
Polônia
1978-08-16 -
Clarity
/ What will the new Pope think about the "self-destruction" of the Church and
the "smoke of Satan"? /
The immense majority of the Catholics wants immediately and first of all,
clarity /
What could be more just, more logical, more filial, and more noble than the sons
of light turning to that man to whom it was said: “Thou are Peter and upon this
rock I will build My Church,” to ask him for clarity?
1941-04-06 -
Ramos
/
Ninguém se santifica meditando sobre as virtudes ou defeitos alheios sem
qualquer aplicação ao que sucede em nós ou em torno de nós /
As meditações que tão frequentemente se fazem a respeito da ingratidão, da
covardia e da cegueira dos Apóstolos, durante a Paixão, não devem ter, para nós,
interesse meramente especulativo.
Também nós temos, para com Nosso Senhor, ingratidões, covardias e cegueiras
muito parecidas com as dos Apóstolos, e seria ridículo pensar apenas nos
defeitos deles, sem tomarmos também em consideração a "trave que está em nosso
próprio olho".
Sede prudentes como as serpentes e simples como as
pombas
- "Os homens formam para si
ambientes à sua imagem e semelhança, ambientes em que se espelham seus costumes
e sua civilização. Mas a recíproca também é verdadeira em larga medida: os
ambientes formam à sua imagem e semelhança os homens, os costumes, as
civilizações. Em pedagogia, é isto trivial. "
Nº 35 –
Novembro de 1953 - Doutrina e Arte: nexo que os comunistas compreendem - "Os comunistas compreendem que um vasto sistema de idéias filosóficas,
sociais e econômicas tem de dar necessariamente à arte um cunho próprio (...) e
que o coletivismo tem de produzir em arte uma atitude peculiar. Em "Ambientes,
Costumes, Civilizações" temos procurado pôr em evidencia o mesmo princípio com
relação ao Catolicismo. Nossa arte não pode ser a do comunismo, nem a do
neopaganismo ocidental, pelo simples fato de que somos católicos."
Nº 36 – Dezembro de 1953 - Automóveis, mentalidades, estilos de vida
- "Temos sustentado que desde o século XVI o espírito cristão se vem
tornando cada vez menos presente, influente e visível nos ambientes, nos
costumes e em toda a civilização ocidental. (...) Sustentamos que no
mundo contemporâneo coexistem em luta dois fermentos opostos e irreconciliáveis,
e que nas leis, na cultura, nas artes, nos costumes, não se passa um só dia em
que o fermento do mal não tenha algum êxito que registrar. A ação deste fermento
se torna, por toda a parte, mais profunda. E como o mal não pode produzir senão
o mal, ele não produz em torno de si senão decadência."
1978-08-16 -
Chiarezza /
Cosa farà il prossimo Papa a proposito dell'autodemolizione della Santa
Chiesa e del "fumo di Satana" che in essa era penetrato?
1974-05-12 -
Mais um Cardeal em resistência - O Prelado chinês Paul Yu Pin: "Sob
tal aproximação (do Vaticano com a China comunista), nós perderíamos nossa
liberdade"
1965-02-19 -
Jacinta de Fátima: sem o sofrimento nada de grande se faz, mas é preciso
saber sofrer. Muitas vezes isto consiste em arrostar a opinião dos
outros, aceitar de ficar posto em situações difíceis, contrafeitas,
contraditórias, enfim todo o sofrimento da batalha mais intrépida, mais
ousada e mais cheia de iniciativa. Tudo isso é sofrer e até sofrer por
excelência.
Nº 34 – Outubro de 1953 - Religiosidade, ou pseudo-religiosidade, na arte de
Rouault - " Rouault não é um artista isolado. Ele está à testa de
toda uma corrente entrosada ela mesma com outras que lhe são afins. É todo um
vasto movimento, que tem tido a seu favor o apoio de uma propaganda estrepitosa,
o encanto que a extravagância, a aberração, a novidade abstrusa e paradoxal
exerce sobre os homens nos períodos de decadência. Estas são armas
poderosíssimas, que nos últimos tempos têm derrubado, quase no primeiro impacto,
idéias, costumes, sistemas, instituições quase sem conta. E estas armas são
manejadas com afinco incessante, em favor não só de Rouault e sua escola, mas de
tudo quanto lhe é afim".
1986-02 –
O “mea culpa” do Papa Adriano VI: “reconhecemos livremente haver Deus
permitido esta perseguição a sua Igreja, por causa dos pecados dos homens, e
especialmente dos Sacerdotes e Prelados”
1965-02-10 -
Santa Escolástica: o papel da contemplação na construção da Europa
/ Suas religiosas "não faziam assistência social, não davam catecismo, não
faziam ‘nada’. Numa época em que a ação delas pareceria tão necessária,
faziam uma coisa que era muito mais do que isso: elas
rezavam e se sacrificavam".
"Se o traje deve estar de acordo com quem o usa,
e com a circunstancia em que é usado, é bem de ver que no homem eminente
deve harmonizar-se com o destaque que esse homem alcançou. Mas Deus não
tem por filhos tão somente os homens eminentes. Toda criatura humana,
por mais modesta que seja, tem uma dignidade própria, natural e
inalienável. E maior ainda, incomensuravelmente maior, é a dignidade do
último, do mais apagado dos filhos da Igreja, como cristão, isto é, como
batizado, como membro do Corpo Místico de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Daí o fato de que, nos séculos de civilização cristã, os costumes
formaram lentamente trajes de um alto teor de dignidade, também para as
pessoas de condição humilde. ".
Nº
32 –
Agosto de 1953 -
Máquina, ídolo vulgar e disforme de um mundo materialista -
"Pode uma pessoa gostar imensamente
da mecânica, mas nem por isto está dispensada de reconhecer a natural
superioridade de outros conhecimentos, sobre aqueles a que se dedicou.
(...) Ora, precisamente neste erro é que
caiu a maioria de nossos contemporâneos. Tudo quanto diz respeito à
máquina os extasia, os deleita, os entusiasma. Engrenagens, rebites,
molas, eixos, mancais, correias, polias, eis o que o homem de hoje se
deleita em conhecer, em analisar, em melhorar. A literatura, a arte, a
filosofia, a história, a Teologia o deixam relativamente inerte. Mas
quando está em presença de uma máquina – um motor de automóvel ou de
motocicleta, por exemplo – oh bem-aventurança, não há parafuso nem rosca
em cuja contemplação ele não se absorva inteiro".
Nº
31 –
Julho de 1953 -
Universalidade Católica e internacionalismo pagão -
"A Igreja é universal, e contudo sua influência, igual em
todos os tempos e todos os lugares, respeita e até favorece admiravelmente as
características legitimas, próprias a cada povo e a cada época. Assim, o
quadro referente a São Francisco Xavier durante a tormenta traz todas as notas
de finura, imaginação e riqueza de expressão da arte no Extremo Oriente, e não
obstante é todo ele animado por um quente e vigoroso sopro de genuína inspiração
católica. Pelo contrário, a escola artística do escultor e do pintor cujas obras
apresentamos mata todas as características de tempo e de lugar. Basta ter
visitado a Bienal em São Paulo, para notar que hediondezas destas pululam com
desoladora uniformidade hoje em dia (...). Internacionalismo profundamente
errado, que é precisamente o oposto da admirável universalidade da Igreja."
18-02-1967 - Fra
Angélico: o "São Tomás" da pintura -
"Toda
forma de ordem, de beleza, de virtude que existe num plano, é susceptível de ser
revertida num outro plano. Por causa disso, se houve um Tomás de Aquino
na ordem da filosofia e da metafísica, deve haver um Tomás de Aquino na
ordem da pintura, como deve haver um outro na ordem da música e em todas
as outras ordens. Isto por causa de um princípio, que é o
princípio monárquico do universo, de que todos os talentos devem se
reduzir ou sublimar em um talento supremo; que todas as obras devem encontrar
seu ponto de encaixe em uma obra suprema e que, portanto, deve haver supremos em
todas as ordens e direções. E supremos cuja supremacia obedece aos mesmos
princípios que estão nas ordens do ser."
1975-02-03 - Vítima expiatória-
Na noite de 1 de Fevereiro de 1975, durante uma reunião com sócios da
entidade que fundara, Plínio Corrêa de Oliveira ofereceu-se heroicamente a
Nossa Senhora para sofrer pela TFP em ordem ao serviço da Santa Igreja.
Apenas 36 horas depois (ou seja, no dia 3, pouco depois das 13 hs) sofreu um
grave acidente automobilístico, nas proximidades de Jundiaí (cidade a poucos
quilômetros da capital paulista). As graves conseqüências deste acidente
perduraram até ao fim da sua vida. Foram vinte anos de cruzes suportadas com
ânimo resoluto e varonil. Na foto, o carro em que viajava o Prof. Plinio
(ele ia no banco da frente, ao lado do motorista - cfr. “O
Cruzado do século XX – Plinio Corrêa de Oliveira”, Roberto de
Mattei, Editora Civilização, Porto, 1997, Capítulo VI, tópico 14).
02/02/2012- Festa de Nossa Senhora da Candelária e do Bom Sucesso
Nº
30 –
Junho de 1953 - A
verdadeira santidade é força de alma e não moleza sentimental -
"A Igreja ensina que a verdadeira e plena santidade é o heroísmo da
virtude. A honra dos altares não é concedida às almas hipersensíveis, fracas,
que fogem dos pensamentos profundos, do sofrimento pungente, da luta, da Cruz de
Nosso Senhor Jesus Cristo enfim. Lembrada da palavra de seu Divino Fundador, "o
Reino dos Céus é dos violentos", a Igreja só canoniza os que em vida combateram
autenticamente o bom combate, arrancando o próprio olho ou cortando o próprio pé
quando causava escândalo, e sacrificando tudo para seguir tão somente a Nosso
Senhor Jesus Cristo."
1952-05 -
Rivoluzione bolscevizzante nella “gentilità” orientale / La
contraddizione ideologica dell’imperialismo occidentale - «Umanamente
parlando», diciamo, perché in questo gioco non vi sono soltanto uomini.
Vi sono anche interessi importantissimi della Chiesa, e quando è in causa la
Chiesa l’«umanamente parlando» ha sempre un valore relativo.
Nº
29 –
Maio de 1953 -
A era da técnica e a da "douceur de vivre" -
"A vida moderna é sombria e
nervosa. Seus prazeres são desordenados, frenéticos, fatigantes e fugazes.
São em via de regra momentos passageiros numa existência feita de luta
áspera, de preocupação constante, de uma tensão que sentimos até dormindo.
Entretanto, o homem parece não ter sido jamais tão sôfrego de prazeres.
Como explicar isto?
Pode-se dizer da alegria o que S.
Bernardo dizia da glória, que é como uma sombra: se corremos atrás dela,
foge-nos; e se dela fugimos, corre-nos atrás. Não há verdadeira alegria a
não ser em Nosso Senhor Jesus Cristo, isto é, à sombra da Cruz. Quanto
mais o homem é mortificado, tanto mais alegre. Quanto mais procura os
prazeres, tanto mais é triste."
Nº
28 –
Abril de 1953 -
Tudo igualar: mania e não necessidade -
"(...) lembremos de passagem quanto é antinatural e anormal
que em qualquer circunstância e sob qualquer pretexto uma mulher pareça homem:
absolutamente tão antinatural e tão anormal como se um homem parecesse mulher. "
Nº
27 –
Março de 1953 -
Modernização, brutalização, primitivismo -
"A
alma feminina é um manancial de graça, delicadeza e sensibilidade, que
enriquece a vida moral e social da humanidade com valores espirituais que
o homem está longe de poder dar-lhe. O equilíbrio do gênero humano exige
mulheres com o feitio mental rico em todos os dons próprios ao seu sexo,
como exige homens de alma profundamente varonil. Seria absurdo educar uma
geração de meninos do modo mais efeminado possível. Não menos seria educar
uma geração de meninas com a intenção de as fazer tão másculas quanto
possível."
(pour la
consultation en ligne) Le croisé du XXe siècle - Plinio Corrêa de Oliveira,
par le Pr Roberto de Mattei,Préface de S. Em. Alfons Maria card.
Stickler S.d.B., Ed. L'Age d'Homme, Lausanne-Suisse, 1997
Nº
26 –
Fevereiro de 1953 -
Extravagância no viver e no rezar -
"A
arquitetura civil e a religiosa de cada época formam um só todo. O estado
de espírito que concebe e realiza uma e outra é o mesmo, e por isto as
características psicológicas de uma se propagam logo à outra. Na igreja da Pampulha, em Belo
Horizonte, na qual não foi permitida a celebração do culto, tudo é
extravagância."
Nº
25 –
Janeiro de 1953 - Arte sacra, espírito naturalista
-
"Bem estar terreno, glória terrena, prazer terreno, ordem natural: tudo isso
se exprime com admirável nitidez e inteligência nesta sala. A natureza é criada
por Deus, e é boa e bela em si. Esta bondade e beleza da vida terrena puramente
natural pode e deve ser reconhecida pelo artista ou pelo pensador católico.
Mas basta-lhe isto? Onde está a idéia do pecado original, da luta entre o bem e
o mal, da necessidade da mortificação, da morte, e, para além da morte, do
inferno ou do Céu? Onde a idéia de um Redentor que padeceu e morreu por nós num
oceano de dores inexprimíveis? Onde todos os valores da Revelação e da Redenção,
tão presentes e tão vivos na arte medieval? Onde, em uma palavra, a Cruz de
Nosso Senhor Jesus Cristo?"
1966-08-12/14
- A gesta de Plinio Corrêa de Oliveira:
TFP celebra 1.000.000 de assinaturas contra o divórcio em 50 dias -
Súplica à Rainha do Brasil no Monumento do Ipiranga
1976-01-03 -
As três profundidades da Revolução Francesa: nas tendências, nas ideias e nos
fatos / O defeito preponderante do "Ancien Régime" é uma tendência para
a vida fácil, despreocupada, otimista, uma diversão contínua; aversão ao
sacrifício e, portanto, uma oposição à lei e à autoridade, produzindo as ideias
liberais da Revolução Francesa que degeneraram em tudo quanto se sabe
Nº
24 –
Dezembro de 1952 - Só a Arte Sacra pode ser Cristã? -
"Uma obra de arte não é cristã pelo simples fato de estar coberta de
símbolos de nossa santa Religião, como um homem não se faz frade pelo simples
fato de vestir burel. (...) É preciso que seja católica a alma que na obra de
arte palpita, para que esta se possa dizer genuinamente cristã."
N°
49 - Janeiro de 1955 - Há método na loucura da situação internacional - "Outrora o verbo “viver” era intransitivo. As
extravagâncias de certa filosofia infringiram uma torção à gramática, e
o verbo tornou-se transitivo. Passou-se a dizer que as pessoas vivem um
dia, uma hora, um minuto feliz, ou infeliz, etc. Será necessário, para
atender às atuais condições de existência, tornar transitivo o verbo
“vegetar”. Dir-se-á então que fulano ou sicrano está “vegetando” dias
tranqüilos, ou insípidos, ou incertos. E com quanta verdade!
Ora, decair da vida humana para a vida
vegetativa o que é, senão passar de ser humano, para ente bruto? Bruto
não tanto num sentido exclusivamente derivado do conceito corrente de
brutalidade, mas no de embrutecimento. Nem todo homem embrutecido é
brutal. Mas certamente é um semi-bruto."
Nº 50 - Fevereiro de 1955 -
Estratégia apostólica de um santo
- "E em segundo lugar que rigor afetuoso! Nenhuma
censura que não fosse estritamente justa, rigorosamente necessária.
Nenhuma expressão que passasse da medida adequada. Nenhuma omissão no
que dissesse respeito às promessas de perdão.
E por fim que seriedade em tudo isto. O
Pontífice, dizíamos, tinha aberta bem larga a porta do perdão. Nunca
porém um perdão equivoco, para encobrir situações falaciosas. Perdão,
sim, mas para quem desse garantias de estar arrependido e no propósito
de não reincidir. Pois o vago, o flutuante, o indefinido, a timidez, o
oportunismo, nunca foram coisas que o Santo amasse ou sequer tolerasse."
19/01/2013
- Véspera da festa da aparição de Nossa Senhora ao hebreu Alphonse Ratisbonne,
convertendo-o imediatamente ao catolicismo (em Roma, na igreja de
Sant'Andrea delle fratte, graças à medalha milagrosa)
Nº
23 –
Novembro de 1952 - Velhice: decrepitude ou apogeu? -
"O corpo decaiu, mas a alma
cresceu tanto, que já está toda em Deus, e faz pensar na palavra de
Santo Agostinho: nosso coração, Senhor, foi criado para Vós, e só
está em paz quando repousa em Vós. Quem ousaria afirmar que
para Santa Maria Eufrásia, envelhecer foi mesmo decair?"
1966-08-12 - A TFP celebra o milhão de assinaturas contra o divórcio - Súplica à
Rainha do Brasil no Monumento do Ipiranga
-
"Por motivo do êxito alcançado por seu
abaixo-assinado contra o divórcio, que em cinqüenta dias atingiu um
milhão de assinaturas o Conselho Nacional da
Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição,Família e Propriedade
promoveu imponentes comemorações em São Paulo e uma súplica à Rainha do
Brasil no Monumento do Ipiranga: 'E assim, neste local em que o Brasil,
logo ao nascer como nação, recebeu de Vós, ó Mãe de Deus, o primeiro
sorriso e a primeira bênção, nós Vos apresentamos uma súplica
humilde e filial.
'Preservai e incrementai, Senhora, a
Tradição santa que recebemos de nossos maiores. Mantende pujante o
instituto da propriedade, no exercício largo e ufano de sua função
social, para a grandeza do homem. Livrai dos totalitarismos o
Brasil. E sobretudo, ó Rainha onipotente, o que hoje especialmente
Vos pedimos é que jamais o divórcio se implante — explícita ou
sorrateiramente — na Pátria brasileira'."
Pequeno
sintoma de uma grande transformação - "Segundo
a doutrina da origem divina do poder, aqueles que exercem legitimamente funções
de mando fazem-no em nome de Deus. O detentor legítimo da autoridade (...) tem
um poder que lhe vem do alto, que transcende do próprio homem, o que dignifica
quem manda e quem obedece. Esta transcendência deve exprimir-se por formas
sensíveis. Os símbolos do poder devem, portanto, ser próprios a incutir
respeito. (...) Pelo contrario, segundo a doutrina requintadamente
revolucionária, da soberania popular, como o poder vem de baixo, não confere
nenhuma superioridade. E, portanto, os que o exercem devem usar símbolos e - se
for o caso trajes - que manifestem sua absoluta igualdade com os de baixo."
Dicembre 2012 - Le edizioni napoletane Il Giglio
hanno ristampato un classico dell’analisi cattolica contro-rivoluzionaria, da
troppi anni assente dal mercato librario. Si tratta del saggio intitolatoTrasbordo ideologico inavvertito e DIALOGO, scritto
nel 1965
dal prof. Plinio Corrêa de Oliveira, fondatore della TFP in Brasile e ispiratore
delle associazioni sorelle poi nate in mezzo mondo.
Questo libro ebbe notevole successo, contando 5 edizioni
nella originaria lingua portoghese, 6 in spagnolo, 1 in tedesco e 1 in italiano,
raggiungendo un totale di 136.500 copie; venne inoltre pubblicato su riviste
brasiliane, argentine, cilene, colombiane, statunitensi, portoghesi e spagnole;
la sua prima e unica edizione italiana uscì nel 1970 a Napoli per le edizioni
dell’Alfiere, a cura del compianto Silvio Vitale e di Giovanni Cantoni (continua
a leggere la recensione fatta sul sito cattolico di attualità
RISCOSSA CRISTIANA).
La presentazione del volume è di S.A.I.R Dom Bertrand de
Orléans e Bragança, Principe Imperiale del Brasile, pronipote di Teresa Cristina
di Borbone-Due Sicilie.
"A Serva de Deus Maria Clotilde de Sabóia Napoleão
(1843-1911) (...) Pela nobreza de seu porte representa (...) o tipo
característico da dama cristã no século passado, toda feita para a vida de
sacrifício, principalmente no lar, para as grandes dedicações da mãe e da esposa
segundo o espírito da Igreja. Apesar de muito feminina, espelha em seu todo uma
firmeza notável, que não exclui, aliás, uma grande bondade. Em suma, pode ser
tida como expressão autentica do verdadeiro ideal feminino".
Nº
20 –
Agosto de 1952 -
O traje,
espelho de uma época - "Quando uma época se preocupa em elevar
o homem, é sedenta de dignidade, de grandeza, de seriedade, dispõe o vestuário -
comum ou profissional - de maneira a acentuar em cada pessoa a impressão desses
valores. Será ou tenderá a ser nobre, digno, varonil, o traje de todo homem,
desde o Soberano até o último plebeu. É o que se nota nos trajes antigos."
1970-12-10
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Loreto analisada por Santa Teresinha do Menino Jesus: relação entre
ambiente, organização social e virtude -"Então, Santa Teresinha
observa isto e mostra como era bom e faz uma censura ao cosmopolitismo
elogiando o regionalismo: como procediam bem as mulheres de conservarem seus
cândidos trajes de outrora em vez de usarem a moda de Paris, que a Revolução
impunha a todos como processo para massificar o mundo e para acabar com
todas as características regionais".
Obs.:
Embora esta matéria já tenha sido postada recentemente achamos por bem chamar a
atenção de nossos visitantes para a mesma, pois ela foi enriquecida com gravuras
de trajes lauretanos à época da visita de Santa Teresinha, ajudando assim a
compreender melhor o comentário da Santa sobre os mesmos, bem como as
considerações que o Prof. Plinio faz a respeito.
"Os frutos da apostasia são piores do que os da
gentilidade. Pois pode não haver culpa em ignorar a verdade: há sempre
culpa em repudiá-la. O movimento comunista, enquanto realizado em nações
cristãs, é uma apostasia. E como tal carrega muito mais culpa diante de
Deus."
"Entretanto, representamos o dever da fidelidade; e aos pés da
Igreja perseguida, aos pés da Igreja humilhada, aos pés da Igreja lançada,
na pior das confusões de sua história, Nossa Senhora quis que
representássemos a fidelidade, a pureza, a ortodoxia, a intrepidez, o
espírito de iniciativa, de ataque, de ação, no momento em que tudo deveria
falar em recuo, em transigência, em fuga."