Capítulo II

 

1964-1970

 

 

 

 

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Um homem, uma obra, uma gesta – Homenagem das TFPs

a Plinio Corrêa de Oliveira
 

EDIÇÕES BRASIL DE AMANHÃ
Rua Javaés 681 – São Paulo
Impressão e acabamento
Artpress – Papéis e Artes Gráficas Ltda.
Rua Javaés 681 – São Paulo
s/d (1989)

A opinião pública do País se desmobiliza diante do perigo comunista, supostamente afastado para sempre. – A TFP cresce e se afirma como um dos pólos de pensamento do panorama nacional

 

A TFP comemora sua vitória contra o divórcio (agosto de 1966), com desfile no Viaduto do Chá

 

Reforma Agrária – Ação & reação 8

Aparece o Janguismo sem Jango – A TFP o denuncia desde a primeira hora 

IMEDIATAMENTE após a Revolução de 1964, um explicável fenômeno se fez sentir no seio da opinião pública brasileira, o qual, entretanto, deixou preocupados os círculos da TFP.

Submetido a grande tensão até a véspera, o País entrava agora numa fase de distensão brusca e profunda. Seguiu-se assim uma pronta e eufórica desmobilização dos espíritos, caracterizada por um voltar-se cada qual para suas próprias atividades, a fim de fruir a tranqüilidade readquirida. Quase todos se despreocupavam da eventualidade de novas crises.

Em vários ambientes centristas firmava-se a ilusão de que o perigo comunista jamais voltaria. Com o que precisamente se criavam condições propícias a que ele retornasse à cena pública.

Pelas páginas de “Catolicismo”, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira procurou sacudir esse letargo. No próprio artigo em que fazia o elogio à Revolução anticomunista de 1964, lê-se a seguinte advertência:

“Parece-nos que não basta ficar nas medidas já tomadas. A Nação precisa ter toda a vigilância em relação a elementos cuja solidariedade com o esquerdismo, em dias de Jango, a preocupou”.

E mais adiante, numa referência clara a personalidades eclesiásticas envolvidas com a subversão, o artigo acentua:

“Há figuras – e não apenas civis, é bom notar – que ficaram na sensibilidade do povo brasileiro como fantasmas de dias que foram. Não nos parece prudente nem útil pô-las novamente ou mantê-las no centro dos acontecimentos” (1). Seria preciso conservá-las em prudente quarentena política (*).

(*) O contra-ataque do comunismo após a Revolução de 1964, suas metas e o clima psicológico que ele soube explorar, são analisados detidamente pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira em A Igreja ante a escalada da ameaça comunista – Apelo aos Bispos Silenciosos, Editora Vera Cruz, São Paulo, 4ª ed., 1977, pp. 62 a 68. 

* * *

O esquerdismo, rearticulado poucos dias depois do 31 de Março, e presumivelmente utilizando a desprevenção de parlamentares geralmente aceitos como moderados, realizou manobras para fazer aprovar pelo Congresso, em abril de 1964, uma lei de reforma agrária de caráter fortemente dirigista, a qual importava em considerável mutilação do direito de propriedade.

Foi pronta a intervenção dos autores do livro RA-QC, que em curto espaço de tempo prepararam o estudo A Reforma Agrária Aniz Badra-Ivã Luz: Janguismo sem Jango, no qual afirmavam que a aprovação do projeto de lei em questão representaria uma vitória do janguismo logo após Jango ter sido derrubado. O estudo, entregue em mãos, com uma mensagem, a cada senador e a cada deputado, e largamente difundido pela imprensa (2), contribuiu para sensibilizar de algum modo os congressistas. E a propositura, já aprovada na Câmara na sessão do dia 7 de abril, foi sustada no Senado.

 

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O “Estatuto da Terra”, convertido em lei pouco depois da vitória da Revolução de 64, era uma modalidade velada de Reforma Agrária socialista e confiscatória. Poucos quiseram encarar de frente essa realidade e a TFP foi a única voz de protesto que então se fez ouvir. Mas a atuação da entidade não se limitou a esse protesto. Lançou ela com grande repercussão, também em 1964, a “Declaração do Morro Alto”, propondo um programa positivo de político agrícola e proteção aos trabalhadores rurais

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O Prof. Plinio Corrêa de Oliveira com fazendeiros que subscreveram a “Declaração do Morro Alto”. A TFP difunde a obra por todo o Brasil. Duas edições, num total de 22.500 exemplares. Abaixo, campanha no Viaduto do Chá, no centro de São Paulo.

Abaixo, sócios e cooperadores da TFP distribuem o livro em Fortaleza

 

Reforma Agrária – Ação & reação 9

A TFP a favor do operariado rural 

ENTRETANTO, os adeptos do agro-reformismo continuavam a repisar que a única solução para os problemas agropecuários brasileiros era a divisão compulsória das terras e a eliminação da grande e da média propriedade.

A TFP desejava que se resolvessem a fundo os problemas do campo, sem entretanto desfigurar a estrutura rural vigente, cuja reforma se lhe afigurava desnecessária, inoportuna e injusta.

Em outubro de 1964, a entidade começou a difundir por todo o Brasil a Declaração do Morro Alto (Editora Vera Cruz, São Paulo, 1964, 32 pp.). Nesta obra, elaborada com o concurso de conceituados agricultores e técnicos paulistas e mineiros, os autores de Reforma Agrária – Questão de Consciência apresentavam um programa positivo de política agrária que visava proteger e estimular a produção rural, beneficiando assim proprietários e trabalhadores do campo, e em geral toda a Nação. A obra teve duas edições, num total de 22.500 exemplares.

 

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Na sua ação desinteressada e heróica em favor da propriedade privada e da livre iniciativa, a TFP obteve um resultado de expressão moral ímpar, que é o de aglutinar em torno de si grande número de pessoas jovens, que não são proprietários, nem exercem a livre iniciativa porque não são empresários. Mas que dão desinteressadamente tempo e trabalho em favor desses princípios básicos da ordem social e econômica da civilização cristã.

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Reforma Agrária – Ação & reação 10

Castello Branco faz o Estatuto da Terra – Só a TFP protesta

“Com o apoio das bancadas janguistas, os representantes das correntes que depuseram Jango fizeram, através da aprovação da emenda constitucional e do Estatuto da Terra, a `reforma' que Jango queria”

EM FINS de 1964, no ambiente de grande atonia que dominava a opinião pública e,surpreendentemente, os próprios meios rurais, o Congresso aprovou às pressas, em 22 dias de debates, a Emenda Constitucional 10 e o Estatuto da Terra.

Antes de se consumar essa aprovação, os autores de RA-QC enviaram a todos os deputados e senadores o documento O direito de propriedade e a livre iniciativa no projeto de emenda constitucional 5/64 e no projeto de Estatuto da Terra, no qual analisavam os fortes traços confiscatórios e socialistas da emenda constitucional proposta e do projeto de lei em questão. O documento era datado de 4 de novembro de 1964 (3). 

A 24 de dezembro, após a promulgação das duas leis, a TFP consignou perante a História a sua consternação, por meio do Manifesto ao povo brasileiro sobre a Reforma Agrária. Era uma tomada de posição cortês e franca, na qual a entidade observava que “com o apoio das bancadas janguistas, os representantes das correntes que depuseram Jango fizeram, através da aprovação da emenda constitucional e do Estatuto da Terra, a `reforma' que Jango queria”. O manifesto foi publicado nos principais órgãos de imprensa do País (4). 

Os efeitos dessas leis só não foram catastróficos devido ao bom senso demonstrado pelo Governo Federal, que, apoiado pela opinião pública decididamente infensa ao agro-reformismo confiscatório, não as aplicou senão muito parcimoniosamente.

Tendo a controvérsia agro-reformista desembocado num ponto morto, com a vitória de Pirro dos partidários da reforma, abriam-se como um leque, diante da TFP, novas frentes de ação que iriam dar ocasião para explicitar o pensamento da Sociedade a respeito de numerosos temas com atualidade no Brasil e no mundo.

 

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Agosto de 1963 

Acordo com o regime comunista: 

para a Igreja, esperança ou autodemolição?    

Ver: livros publicados por várias TFPs 2

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Uma luta a favor de locadores e locatários, contra demagógicas leis do inquilinato 

NO BRASIL, uma legislação socialista e demagógica – velha de mais de vinte anos, promulgada quando o País entrara na II Guerra Mundial – congelava os aluguéis de imóveis urbanos, criando uma grave crise de habitação. Com a depreciação vertiginosa da moeda, em conseqüência da inflação, havia prédios cujo aluguel era menor do que o montante dos tributos sobre eles incidentes.

Tão absurda e injusta situação acarretava a retração dos capitais, que fugiam dos investimentos imobiliários à procura de aplicações mais compensadoras. Conseqüentemente, decrescia o número de construções novas, e a crise habitacional se agravava dia a dia, máxime nas grandes cidades, cuja população crescia rapidamente.

Para remediar esta crise, propunha-se como saída o prosseguimento do arrocho dos aluguéis, que era entretanto a própria causa do mal.

O Prof. Plinio Corrêa de Oliveira levantou então bem alto a bandeira da revogação da chamada Lei do Inquilinato, por meio de pronunciamentos pela imprensa e mensagem aos Poderes públicos.

Em julho de 1964, preparou ele o estudo A propriedade privada mutilada e moribunda no Anteprojeto de lei do inquilinato, que foi publicado na íntegra em órgãos da imprensa diária do Rio, São Paulo, Belo Horizonte, Fortaleza e Goiânia (5). 

Em outubro do mesmo ano, outro documento de sua autoria, Reparos e sugestões ao projeto de lei do inquilinato, foi enviado ao Presidente Castello Branco e a todos os senadores e deputados (6). 

Em ambos os estudos, o Presidente do Conselho Nacional da TFP mostrava que, a médio e longo prazo, o congelamento dos aluguéis lesaria tanto locadores quanto locatários. E propunha que os aluguéis fossem liberados.

A demagogia reagiu com vigor. Os adeptos da manutenção das leis de arrocho vaticinaram que a liberação daria margem à exploração dos locatários pelos locadores; que milhões de inquilinos ficariam sem teto; que as massas urbanas se revoltariam.

Em novembro de 1964 foi transformado em lei o projeto criticado pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira (com algumas das modificações por ele alvitradas). Entretanto, o bom senso prevaleceu, e entre novembro de 1965 e outubro de 1966 foram liberadas todas as locações residenciais novas e as não residenciais.

Como previsto, os capitais procuraram novamente, e com afã, o mercado imobiliário. Em conseqüência, nossos grandes centros urbanos passaram a contar com um índice elevado de construções residenciais e comerciais. E todas as classes sociais, inclusive o operariado, foram dispondo, com o tempo, de crescente número de habitações.

As vozes que, temerosas de um eventual descontentamento popular, se levantaram durante a campanha contra a Lei do Inquilinato, acabaram por silenciar.

 

No Viaduto do Chá, uma novidade: os estandartes da TFP 

NAS PRIMEIRAS campanhas de rua que a TFP realizou, seus métodos de propaganda eram os que habitualmente são usados em nossos centros urbanos por aqueles que querem atrair a atenção do público: alto-falantes, cartazes, proclamação de slogans etc.

A partir de 1965, entretanto, a entidade lançou às ruas um novo recurso de propaganda: o uso de estandartes rubros marcados com o leão rompante dourado, e as palavras Tradição-Família-Propriedade, também em letras de ouro.

A ocasião escolhida para esse lançamento foi a campanha de venda da terceira edição de A liberdade da Igreja no Estado comunista, no Viaduto do Chá em São Paulo. No dia 30 de março, nos quatro cantos daquela movimentada artéria, os estandartes da TFP tremularam pela primeira vez, e a partir de então caracterizariam sempre a ação da entidade junto ao público. Hoje, praticamente não há recanto do Brasil que não conheça esse símbolo da TFP, e onde quer que ele apareça, indica logo a todo bom brasileiro que ali está a entidade para defender – numa atuação doutrinária legal e cortês – algum princípio da civilização cristã ameaçado pelo comunismo, pelo progressismo ou por outro inimigo de nossa Pátria. 

 

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Novembro de 1965  

“Diálogo, diálogo, diálogo”:   

palavra mágica para embair as multidões   

Ver: livros publicados por várias TFPs 3

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A TFP comemora sua vitória contra o divórcio, em agosto de 1966. Jogara ela o tudo pelo tudo contra propositura que tramitava no Congresso. Seus propagandistas obtiveram em 50 dias um milhão de assinaturas.

 

 

Promovera ela, ademais, conferências de personalidades de destaque no mundo cultural e jurídico.

 

 Acima, o prof. Plinio Corrêa de Oliveira discorre sobre o tema “A continuidade familiar e a tradição no Código Civil brasileiro”, tendo ao lado o Desembargador Martins Ferreira, Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo

“Não!” para o divórcio – A primeira campanha da TFP contra a liquidação da família brasileira 

EM 1966 a TFP desenvolveu sua primeira grande campanha em defesa da família ameaçada pelo divórcio.

A questão do divórcio envolvia grave problema doutrinário e um problema psicológico complexo.

Por sua natureza, o matrimônio é um contrato indissolúvel. Elevando-o à dignidade de Sacramento, Nosso Senhor Jesus Cristo conferiu a essa indissolubilidade um fundamento sobrenatural. A civilização católica nasceu e prosperou sobre a base da família cristã indissoluvelmente constituída.

Compreende-se, entretanto, que em nossa era, trabalhada por intensa fermentação neopagã, as paixões desordenadas, postas em ebulição por certos meios de comunicação social, tendam violentamente a eliminar das leis o princípio venerável e austero da indissolubilidade.

Daí o aparecimento em quase todos os países, e também no Brasil, de correntes divorcistas, em contraste com outras favoráveis à indissolubilidade.

A controvérsia entre essas duas correntes crescia ou diminuía de intensidade, conforme as circunstâncias. De qualquer modo, dela tiravam proveito os esquerdistas.

Com efeito, seria um exagero afirmar que todo divorcista, só por isso, é comunista. Sem embargo, é inegável que a subversão agitava o problema do divórcio como um elemento a mais para convulsionar o País. Pois ela só tem a ganhar com a desagregação da família. 

* * *

Nesse ano de 1966 tramitava na Câmara Federal, encaminhado pelo Governo, um projeto de novo Código Civil que incluía em seus dispositivos uma virtual implantação do divórcio. Ao mesmo tempo, a agitação divorcista se alastrava por toda parte (com manifesto regozijo dos esquerdistas).

Nos meios de comunicação social, muitos eram os partidários do divórcio que investiam furiosamente contra a manutenção da indissolubilidade do vínculo matrimonial. Suas técnicas de propaganda – atualizadas, ágeis, impressionantes – contrastavam com as poucas reações antidivorcistas, o mais das vezes inibidas, canhestras e pouco impressionantes.

E o Episcopado, salvo raras exceções, se mantinha num mutismo desconcertante, do qual parecia depreender-se que a Igreja, desanimada face à maré-montante do divorcismo, abria mão da defesa da indissolubilidade.

Assim, os brasileiros antidivorcistas, embora fortemente majoritários, tinham a impressão de que a Nação inteira se tornara divorcista. E com isto perdiam a vontade de lutar e a esperança da vitória.

Coube então à TFP revelar aos antidivorcistas a sua própria força, restituindo-lhes o ânimo e desestimulando os divorcistas. Era o meio de salvar a indissolubilidade conjugal ameaçada. 

* * *

No dia 2 de junho de 1966, a Sociedade saiu às ruas, nas principais cidades do País e em muitas de importância menor, coletando assinaturas para um Apelo aos altos Poderes civis e eclesiásticos em prol da família brasileira no projeto de Código Civil (7). 

O público antidivorcista – imensa maioria – começou a assinar em massa. Nas bancas montadas pela TFP para colher as assinaturas formavam-se filas de pessoas.

No 11º dia da campanha, quando o Apelo atingia 500 mil firmas, deu-se a primeira vitória dos antidivorcistas: o projeto foi retirado, para reexame, pelo Governo federal.

Entretanto, nesse mesmo dia, os Deputados Nelson Carneiro e José Maria Ribeiro reapresentaram à Câmara, como projeto de sua própria iniciativa, os dispositivos sobre o divórcio do Código mandado retirar pelo Presidente da República.

Veio então a lume o manifesto A TFP e a investida divorcista, datado de 25 de junho, no qual a entidade aplaudia a medida do Governo, incitava todos os brasileiros à vigilância, e comunicava o prosseguimento de sua campanha, em vista da permanência da ameaça (8).

* * *

Concomitantemente à campanha de abaixo-assinado, a Sociedade organizou, nos meses de junho e julho, em São Paulo e Belo Horizonte, ciclos de conferências contra o divórcio, nos quais falaram, além de representantes da TFP, destacadas figuras do Supremo Tribunal Federal, do Tribunal de Justiça e do Tribunal de Alçada de São Paulo, e do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, bem como do Magistério universitário deste último Estado. 

* * *

Absolutamente desconcertante, nessa ocasião, foi a conduta da Comissão Central da CNBB.

Em comunicado de 17 de junho de 1966 – no qual com dificuldade se vislumbrava uma censura ao divórcio – o organismo episcopal procurava acautelar os católicos acerca das atividades da TFP, ao mesmo tempo que se referia de modo ameno e benigno, tanto ao projeto de Código Civil que introduzia subrepticiamente o divórcio em nossa legislação, como ao MEB (Movimento de Educação de Base), cujo caráter subversivo e comunistizante era reconhecido pela generalidade dos brasileiros.

De início, a TFP evitou a publicidade. Em data de 24 de junho, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira dirigiu carta ao Emmo. Cardeal Agnelo Rossi, então Presidente da CC da CNBB, na qual externava toda a surpresa causada pelo comunicado daquela Comissão Central. Acrescentava achar-se na ignorância dos fatos que teriam levado o organismo episcopal a sair de público contra a Sociedade, e pedia um esclarecimento privado a Sua Eminência. 

 

“Em 50 dias, em 142 cidades, 1.042.359 brasileiros assinam as listas da TFP”

 

A TFP aguardou mais de vinte dias, antes de tomar uma atitude pública.

Não obtendo resposta, fez publicar pelos principais jornais do País, no dia 23 de julho, um extenso documento intitulado Respeitosa defesa em face de um comunicado da Veneranda Comissão Central da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – Filial convite ao diálogo, contendo cerrada argumentação, a qual tornava patente o injusto da atitude adotada pelo órgão de cúpula da CNBB (9). 

Este se manteve em absoluto mutismo, nada tendo que responder ao fundamentado documento da TFP. 

* * *

A 22 de julho de 1966, a TFP encerrou sua campanha. Em 50 dias, 1.042.359 brasileiros haviam aderido ao Apelo, em 142 cidades. Este foi, naquela época, o maior abaixo-assinado de nossa História, superado dois anos depois por outro abaixo-assinado da TFP, contra a infiltração comunista nos meios católicos.

No dia 12 de agosto, a Sociedade comemorou a vitória alcançada realizando uma caminhada dos seus sócios e cooperadores no Viaduto do Chá, em São Paulo, seguida de uma manifestação cívica na Praça do Patriarca.

Dois dias depois, a entidade levou a efeito um longo desfile de automóveis e ônibus até o histórico Monumento da Independência, no Ipiranga, onde o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira e demais membros do Conselho Nacional assinaram uma prece a Nossa Senhora Aparecida, depositando a seus pés o êxito da campanha, e suplicando que o divórcio jamais se implantasse em nossa Pátria (10).

 

Castello Branco quis manifestar pessoalmente ao Prof. Plinio Corrêa de Oliveira sua satisfação pela carta “fidalga e amável” que dele recebera

Simpática atitude do Presidente Castello Branco 

A TFP ATUOU em 1967 em prol de uma Lei de Imprensa que conciliasse a indispensável repressão dos abusos – tão freqüentes nesse setor – com uma justa e adequada liberdade, necessária para o bom desempenho da missão jornalística.

Quando se achava em debate no Congresso a nova Lei de Imprensa, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira dirigiu carta ao Presidente Castello Branco, datada de 13 de janeiro de 1967, na qual pedia que o projeto “passasse por substanciais modificações, de sorte que, reprimindo embora a licenciosidade, proporcionasse aos órgãos de difusão escrita e falada a liberdade necessária para a sua atuação”.

Em visita a São Paulo, no dia 25 de janeiro de 1967, o Chefe de Estado convidou o Conselho Nacional da TFP para uma audiência no Palácio dos Campos Elíseos. No decurso desta, exprimiu a satisfação com que recebera a missiva “fidalga e amável” para com a pessoa do Presidente da República. Acrescentou que a encaminhara ao Ministro da Justiça, recomendando que este lhe desse toda a atenção.

A audiência do Presidente Castello Branco aos dirigentes da TFP merece um registro especial. Esta Sociedade tomara posição discordante em relação a vários projetos apresentados pelo Governo, como o do Estatuto da Terra e o do Código Civil divorcista. Essa discordância – sempre manifestada de modo respeitoso e digno – não provinha entretanto de uma oposição sistemática e vulgar, mas resultava dos altos princípios que norteiam a entidade. O Presidente demonstrou compreender isso perfeitamente, ao exprimir pessoalmente o apreço com que recebera o pronunciamento da TFP em favor de uma autêntica e proporcionada liberdade de imprensa em nossa Pátria (11). 

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Julho de 1967    

Um livro profético: “Frei, o Kerensky chileno”  

Ver TFPs: ações conjuntas em âmbito internacional 3

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TFP propugna a revogação da Lei de Segurança Nacional 

EM ENTREVISTA divulgada pela Agência Boa Imprensa – ABIM, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, na qualidade de Presidente do Conselho Nacional da TFP, afirma que esta Sociedade apoiava resolutamente o movimento que se esboçava em vários setores da opinião pública do País, em prol da revogação ou de uma larga refusão do Decreto-Lei 314, de 13 de março de 1967, conhecido como Lei de Segurança Nacional (*).

(*) O referido diploma legal veio a ser revogado pelo Decreto-Lei 898, de 29-9-69. 

Afirma o catedrático paulista que graves reparos poderiam ser feitos a mais de um dispositivo do Decreto-Lei 314, o qual deveria ser expungido de “algumas disposições manifestamente injustas”.

“Por exemplo, reza o seu art. 48: a prisão em flagrante delito ou o recebimento da denúncia, em qualquer dos casos previstos neste decreto-lei, importará, simultaneamente, na suspensão do exercício da profissão, em entidade privada, assim como de cargo ou função na administração pública, autarquia, em empresa pública ou sociedade de economia mista, até a sentença absolutória.

“Assim – comenta o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira – basta que seja recebida pelo Juiz a denúncia (o que de nenhum modo quer dizer que o crime e sua autoria estejam cabalmente provados), e já uma sanção severa se descarrega sobre o acusado. Essa sanção poderá durar por tempo indeterminado, pois, quando uma ação se inicia, é quase impossível prever quanto tempo levará para percorrer todos os seus trâmites, tantas vezes tumultuados por imprevistos de toda ordem.

“Sujeitar assim uma pessoa possivelmente inocente a uma punição gravíssima, é contrário aos mais fundamentais princípios de moral e de Direito, os quais preceituam a iliceidade de qualquer castigo aplicado ao inocente...” (12). 

Para o pensador católico, o “caráter draconiano” da lei “põe o Brasil numa camisa de força” e manifesta uma “severidade oposta à nossa formação jurídica e à índole de nosso povo”. 

 

No cinqüentenário da revolução comunista 

NO DIA 1º de novembro de 1967, a TFP fez publicar, nos principais órgãos de comunicação do País, o manifesto No 50º aniversário da Revolução bolchevista.

Nos comentários que os grandes meios de publicidade internacional e nacional então consagravam ao cinqüentenário da revolução bolchevista, preponderava uma atmosfera toda ela feita de derrotismo, de apatia e – aqui e acolá – até mesmo de laivos de simpatia para com o comunismo.

A respeito do cinqüentenário, organizara-se em todo o mundo uma orquestração que procurava incutir um otimismo ingênuo quanto às intenções democratizantes dos dirigentes do Cremlin e às possibilidades de uma “evolução interna” do comunismo.

O manifesto da TFP mostrava quanto havia de precário nessas esperanças, e incitava o Ocidente a que se mantivesse vigilante na defesa de seu patrimônio cristão de crenças, princípios, tradições e valores culturais.

Era contra uma imensa capitulação em relação ao comunismo, portanto, que o pronunciamento da TFP prevenia a opinião nacional. Foi este, ao que nos consta, o primeiro brado de alerta contra os perigos da détente, então em estado ainda germinativo, e que tão funestos resultados haveria de trazer para a Igreja e para as nações não comunistas (13). 

 

Na foto ao alto à direita, Missa que a TFP manda celebrar em 1967 na Catedral de São Paulo, com o comparecimento de muitas autoridades. Em uma maca, está presente uma das vítimas do terrorismo em nosso País. Manifestação nas escadarias, depois no Pátio do Colégio. Motivou a iniciativa o trágico cinquentenário da tomada do Poder pelos comunistas na Rússia. Nessas cinco décadas, o regime vermelho deixou atrás de si um rastro sangrento de atentados, revoluções e guerras. Suas numerosíssimas vítimas, entretanto, têm sido muito pouco lembradas. Porisso, a TFP brasileira fez celebrar o Santo Sacrifício na intenção de suas almas em 18 cidades brasileiras, repetindo a iniciativa também em outros anos

Pelas vítimas do comunismo, homenagem e oração 

A PARTIR de novembro de 1967, diversas TFPs fizeram celebrar Missas por alma de todas as vítimas que desde 1917 o comunismo e o terrorismo vêm fazendo no mundo, por meio de atentados, revoluções e guerras. O Santo Sacrifício foi oferecido também pela libertação dos povos escravizados pelo comunismo.

A esses atos religiosos têm comparecido, além de elevado número de fiéis, também altas autoridades civis e militares, representantes do corpo diplomático e consular; em algumas ocasiões, também soldados feridos e famílias enlutadas pela ação terrorista. A presença de delegações das colônias de povos cativos, radicados nessas diversas nações, tem marcado essas celebrações com uma peculiar nota de dor e de heroísmo.

 

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Julho de 1968 

A Paulo VI, dois milhões de sul-americanos 

pedem medidas contra a infiltração comunista na Igreja

Ver TFPs: ações conjuntas em âmbito internacional 1

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Junho de 1969 

As TFPs denunciam: órgãos semi-clandestinos 

propagam a subversão na Igreja 

Ver TFPs: ações conjuntas em âmbito internacional 2

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A TFP e os Frades Dominicanos terroristas 

POUCOS MESES depois de denunciada pela TFP a conspiração comuno-progressista (14), um fato veio comprová-la de maneira estarrecedora. Explodiu naqueles dias o tumor da infiltração terrorista no Clero brasileiro, com o envolvimento de Frades Dominicanos no “caso Marighela”. Ou seja, o comprometimento de pessoas sagradas com o comunismo de pior tipo, aquele que monta a matança, o seqüestro e o saque organizados. 

No dia 4 de novembro de 1969, em São Paulo, o chefe terrorista Carlos Marighela, que atuava na clandestinidade, foi morto pela polícia, quando se aproximava de dois Religiosos do Convento de São Domingos, com os quais marcara entrevista. O encontro fora aprazado através de telefonema de Marighela para a Livraria Duas Cidades, dirigida pelos Dominicanos.

O envolvimento dos Religiosos no drama estarreceu a opinião pública. De norte a sul as rádios e televisões se pronunciavam sobre o escândalo da participação clerical nas atividades de Marighela. Em todas as rodas era tema obrigatório das conversas.

Colhida de surpresa, a alta direção da CNBB parece ter ficado imobilizada. Ao invés de abrir uma vasta investigação de natureza eclesiástica, para averiguar toda a extensão do tumor que explodira, tomou uma atitude de fechamento, de reserva, de protelação, como que à espera de novas informações, para ver se o óbvio se desmentia.

Não faltaram vozes que convidassem aquele organismo eclesiástico a aproveitar tão candente oportunidade para acautelar-se a si próprio, e ao Brasil, contra o imenso perigo que rondava à sua volta.

Uma dessas vozes foi a da TFP, que no dia 5 de novembro lançou um manifesto sobre o assunto. Nele a entidade lembrava a necessidade imperiosa e inadiável de negociações oficiais do Itamaraty com a Santa Sé para que, pelos meios adequados, as autoridades eclesiásticas, e na falta destas as autoridades civis, pudessem pôr cobro à fermentação comunista que lavrava escandalosamente nos meios católicos (15). 

No artigo Surpresa surpreendente (publicado na “Folha de S. Paulo” de 16 de novembro), o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira sugeria claramente à CNBB abrir as investigações no campo eclesiástico, exigidas pela situação.

Entretanto, nenhuma providência foi tomada pela CNBB, que mais uma vez se omitiu. Omissão essa que equivalia a deixar livre curso à infiltração dentro da Igreja. O avanço comunista em nosso País nada tinha a temer daquele órgão episcopal e dos que o seguiam. Pelo contrário, eles favoreceriam ainda mais este avanço, conforme se veria claramente depois.

 

Em todos os dias do ano e durante a noite inteira, propagandistas da TFP se revezam, depositando aos pés da Santíssima Virgem orações pela Igreja, pelo Brasil

 

 

A decidida atuação anticomunista da TFP lhe merece as honras da dinamite. Foi na madrugada de 20 de junho de 1969, às vésperas do lançamento de uma de suas grandes campanhas contra o progressismo católico. Os danos materiais são vultosos. A entidade não se deixa intimidar, e desce às ruas três dias depois com seus garbosos estandartes. No mesmo ano, no lugar do crime abre uma via de perdão e de graças, inaugurando ali um oratório dedicado a Nossa Senhora da Conceição, Vítima dos Terroristas

           

 

No local da bomba terrorista, o oratório da TFP 

OS ANOS 60 se fechariam para a TFP com chave de ouro.

Quando mãos terroristas estouraram uma bomba na sede da Rua Martim Francisco, em São Paulo (Ver TFPs: ações conjuntas em âmbito internacional 2), imaginavam estar vibrando contra a entidade um golpe rude e intimidador. Na realidade, a Providência se serviria do fato para constituir pouco depois – precisamente naquele local – um foco de graças.

No dia 18 de novembro de 1969, a TFP ali inaugurou o oratório de Nossa Senhora da Conceição, Vítima dos Terroristas, expondo à veneração do público a imagem da Virgem que fora  tingida pela bomba.

Esta havia sido recolhida à então sede do Conselho Nacional da TFP, à Rua Pará, 50, enquanto se faziam os consertos no prédio da Martim Francisco, seriamente danificado pela explosão.

Restaurado este, e pronto o oratório, cerca de duzentos sócios e cooperadores da TFP reconduziram processionalmente a imagem para o lugar onde hoje é venerada.

Desde o ato inaugural até nossos dias, o afluxo popular ao oratório tem sido grande. E aumenta sempre mais o número de pessoas que recebem graças naquele local. O acúmulo de flores depostas pelo público aos pés da Virgem atesta tal realidade.

A partir de 1º de maio de 1970, os sócios e os cooperadores da TFP deram início a uma vigília diante desse oratório, que se estende das 18 horas de um dia até às 8 horas da manhã seguinte. Ao longo dessa vigília, feita todos os dias do ano, eles rezam pela Igreja, pelo Brasil, por todas as pessoas visadas pela violência ou pela guerra psicológica comunista, e também pelos que pecam, sofrem ou correm algum risco material ou moral (16).

 

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Desde sua inauguração em 1º de maio de 1970 até 31-12-1988, sócios e cooperadores da TFP rezaram diante do oratório de Nossa Senhora da Conceição, Vítima dos Terroristas, 323.400 terços do Rosário e 111.160 ladainhas lauretanas, durante 83.370 horas. Essas preces são feitas em revezamento, das 18:00 hs. de um dia às 8:00 da manhã seguinte.

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Notas:

(1) Cfr. “Catolicismo”, 161, maio de 1964.

(2) O documento foi publicado na íntegra no “Diário de S. Paulo”, 8-4-64, e no “Estado de Minas”, Belo Horizonte, 11-4-64. – Resumos foram publicados em “Catolicismo”, 161, maio de 1964; “O Globo”, Rio de Janeiro, 8-4-64; “Jornal do Brasil”, Rio de Janeiro, 8-4-64; “A Gazeta Esportiva”, São Paulo, 8-4-64; “Folha de S. Paulo”, 9-4-64; “Diário de Notícias”, Rio de Janeiro, 9-4-64; “Correio de Minas”, Belo Horizonte, 11-4-64; “Diário de Minas”, Belo Horizonte, 12-4-64; “A Gazeta”, Florianópolis, 25-4-64; “Estado de Minas”, Belo Horizonte, 26-4-64; “Diário de Sorocaba” (SP), 26-4-64; “Tablóide da Nova Paulista”, Olímpia, 1º-5-64; “Voz do Povo”, Olímpia, 2-5-64.

(3) O documento foi publicado na íntegra em “Catolicismo”, 168,  dezembro de 1964. – Resumos foram publicados no “Diário de Notícias”, Rio de Janeiro, 15-11-64; “Diário de S. Paulo”, 15 e 19-11-64; “Diário Popular”, São Paulo, 16-11-64; “O Globo”, Rio de Janeiro, 17-11-64; “Folha de S. Paulo”, 17-11-64; “Estado de Minas”, Belo Horizonte, 17-11-64; “A Gazeta”, Florianópolis, 18-11-64; “Diário do Paraná”, Curitiba, 19-11-64; “O Estado do Paraná”, Curitiba, 22-11-64; “Diário Popular”, Curitiba, 24, 28 e 30-11-64; “Liberal”, Santa Vitória do Palmar (RS), 28-11-64; “Unitário”, Fortaleza, 29-11-64. – Entrevistas do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira sobre o tema foram publicadas em “A Nação”, Blumenau (SC), 19-11-64; “Jornal do Commércio”, Rio de Janeiro, 22-11-64; “A Cidade”, Campos (RJ), 22-11-64.

(4) O documento foi publicado na íntegra em “Catolicismo”, 169,  janeiro de 1965; “Diário de Notícias”, Rio de Janeiro, 25-12-64; “Diário de S. Paulo”, 27-12-64; “O Estado de S. Paulo”, 30-12-64; “Diário do Rio Doce”, Governador Valadares (MG), 30-12-64; “O Globo”, Rio de Janeiro, 5-1-65; “Diário de Notícias”, Porto Alegre, 8, 9 e 10-1-65; “Estado de Minas”, Belo Horizonte, 10 e 12-1-65; “O Diário”, Ribeirão Preto, 10-1-65; “A Nação”, Blumenau (SC), 14, 15, 16 e 17-1-65; “Jornal da Manhã”, Ponta Grossa (PR), 16, 20, 21, 22, 23, 24 e 26-1-65; “Diário da Região”, São José do Rio Preto (SP), 17-1-65; “A Notícia”, São José do Rio Preto (SP), 17-1-65; “O Comércio”, Amparo (SP), 17-1-65; “Correio do Ceará”, Fortaleza, 18-1-65; “A Notícia”, Campos (RJ), 20-1-65; “Voz do Povo”, Olímpia (SP), 23-1-65; “Gazeta de Notícias”, Fortaleza, 24-1-65; “A Tribuna”, Blumenau (SC), 25-1, 1º, 8, 15 e 22-2-65, 1º e 8-3-65; “O Estado do Paraná”, Curitiba, 31-1-65; “Folha do Comércio”, Campos (RJ), 20-2-65; “O Pão de Santo Antonio”, Curvelo (MG), 21-2-65 e 7-3-65. – Resumos foram publicados em “A Gazeta Esportiva”, São Paulo, 27-12-64; “Diário Popular”, São Paulo, 28-12-64; “Estado de Minas”, Belo Horizonte, 31-12-64; “O Dia”, São Paulo, 31-12-64; “Unitário”, Fortaleza, 10-1-65; “A Gazeta”, Florianópolis, 11-1-65; “Diário de Notícias”, Salvador, 17-1-65; “Tribuna do Ceará”, Fortaleza, 19-1-65; “Gazeta Comercial”, Juiz de Fora (MG), 9-2-65; “Diário Mercantil”, Juiz de Fora (MG), 10-2-65; “Cidade de Barretos”, (SP),18-3-65.

(5) O documento foi publicado na íntegra na “Folha de Minas”, Belo Horizonte, 15, 16, 19, 20 e 22-8-64; “Diário de São Paulo”, 11, 12 e 13-9-64; “Diário de Notícias”, Rio de Janeiro, 13-9-64; “Estado de Minas”, Belo Horizonte, 17, 24 e 25-9, 3, 6 e 16-10-64; “Diário do Comércio”, Belo Horizonte, 19, 20 e 22-9-64; “Correio do Ceará”, Fortaleza, 22, 23, 25 e 30-9-64; “Folha de Goiaz”, Goiânia, 1, 2, 3, 4, 6 e 7-10-64. – Resumo do documento foi publicado em “A Tarde”, Salvador, 5-11-64. – Entrevistas do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira sobre o tema foram publicadas em “O Estado”, Florianópolis, 11-8-64; “Diário do Paraná”, Curitiba, 8-8-64; “Jornal do Dia”, Goiânia, 14-8-64; “A Tarde”, Salvador, 23-8-64; “Diário Popular”, São Paulo, 24-8-64; “Diário do Comércio & Indústria”, São Paulo, 26-8-64; “Unitário”, Fortaleza, 6-9-64; “A Cidade”, Campos (RJ), 25-9-64.

(6) O documento foi publicado na íntegra no “Diário de Notícias”, Rio de Janeiro, 1º-11-64. – Entrevistas do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira sobre o tema foram publicadas no “Estado de Minas”, Belo Horizonte, 5-11-64, e “Diário Popular”, Curitiba, 8-11-64.

(7) O texto do abaixo-assinado foi publicado na íntegra em “Catolicismo”, 187, julho de 1966; “Correio do Paraná”, Curitiba, 3-6-66; “Diário Popular”, São Paulo, 3 e 13-6-66; “Diário de S. Paulo”, 5 e 8-6-66; “Diário da Noite”, São Paulo, 6-6-66; “Tribuna do Ceará”, Fortaleza, 6-6-66; “O Popular”, Goiânia, 7-6-66; “Folha de Londrina” (PR), 7-6-66; “A Nação”, Florianópolis, 7-6-66; “A Nação”, Blumenau (SC), 7-6-66; “A Nação”, Itajaí (SC), 7-6-66; “Diário dos Campos”, Ponta Grossa (PR), 7-6-66; “Jornal da Manhã”, Ponta Grossa (PR), 9-6-66; “Estado de Minas”, Belo Horizonte, 11-6-66; “Jornal do Povo”, Itajaí (SC), 11-6-66; “Voz do Povo”, Olímpia (SP), 11-6-66; “Liberal”, Santa Vitória do Palmar (RS), 11-6-66; “Diário de Notícias”, Rio de Janeiro, 12-6-66; “Folha de S. Paulo”, 12-6-66; “O Norte Fluminense”, Bom Jesus do Itabapoana (RJ), 12-6-66; “O Globo”, Rio de Janeiro, 13-6-66; “A Gazeta”, São Paulo, 13-6-66; “Notícias Populares”, São Paulo, 13-6-66; “A Tribuna”, Blumenau (SC), 13-6-66; “Diário da Região”, São José do Rio Preto (SP), 17-6-66; “Tribuna da Fronteira”, Mafra (SC), 18-6-66; “Jornal do Commércio”, Rio de Janeiro, 19-6-66; “Semana Religiosa”, Pouso Alegre (MG), 19-6-66; “Diário da Manhã”, Recife, 20-6-66; “Diário do Povo”, Campinas (SP), 24-6-66; “Diário de Pernambuco”, Recife, 26-6-66; “Lar Católico”, Juiz de Fora (MG), 26-6-66; “Diário de Notícias”, Salvador (BA), 26-6-66; “Lume”, Blumenau (SC), 29-6-66; “Gazeta Pebeana”, Blumenau (SC), junho de 1966; “A Notícia”, Joinville (SC), 5-7-66.  – Resumos foram publicados no “Diário Mercantil”, Juiz de Fora (MG), 8-6-66; “Diário de Pernambuco”, Recife, 12-6-66; “Voz do Paraná”, Curitiba, 12-6-66.

(8) O documento foi publicado na íntegra em “Catolicismo”, 187,  julho de 1966; “Folha de S. Paulo”, 26-6-66; “Diário de Notícias”, Rio de Janeiro, 26-6-66; “A Voz do Povo”, Bom Jesus do Itabapoana (RJ), 2-7-66; “O Globo”, Rio de Janeiro, 5-7-66. – Resumos foram publicados em “A Nação”, Florianópolis, 16-7-66; “O Estado”, Florianópolis, 18-7-66; “Correio do Ceará”, Fortaleza, 21-7-66; “Folha”, São Carlos (SP), 24-7-66; “Jornal do Commércio”, Recife, 24-7-66; “A Notícia”, São José do Rio Preto (SP), 24-7-66; “Diário de Pernambuco”, Recife, 7-8-66.

(9) O documento foi publicado na íntegra em “Catolicismo”, 188,  agosto de 1966; “Diário de Notícias”, Porto Alegre, 24-7-66; “O Estado de S. Paulo”, 26-7-66; “Diário de Pernambuco”, Recife, 26-7-66; “O Jornal”, Rio de Janeiro, 26-7-66; “Estado de Minas”, Belo Horizonte, 26-7-66; “Diário de Notícias”, Salvador, 26-7-66; “Diário do Paraná”, Curitiba, 26-7-66; “Correio do Ceará”, Fortaleza, 26-7-66; “Jornal do Commércio”, Recife, 26-7-66; “O Estado”, Florianópolis, 26-7-66; “A Nação”, Blumenau (SC), 26-7-66; “A Nação”, Itajaí (SC), 26-7-66; “Folha de Goiaz”, Goiânia, 27-7-66; “O Popular”, Goiânia, 28-7-66, “Diário dos Campos”, Ponta Grossa (PR), 28-7-66; “Monitor Campista”, Campos (RJ), 29-7-66; “Diário da Região”, São José do Rio Preto (SP), 31-7-66; “Diário da Manhã”, Recife, 1º-8-66; “Tribuna da Serra”, São Bento do Sul (SC), 7-8-66; “Correio da Serra”, Barbacena (MG), 13-8-66.

(10) Cfr. “Catolicismo”, 189, setembro de 1966.

(11) Cfr. “Catolicismo”, 194, fevereiro de 1967.

(12) Cfr. “Catolicismo”, 196, abril de 1967; “Estado de Minas”, Belo Horizonte, 19-3-67; “Jornal do Brasil”, 22-3-67; “Última Hora”, São Paulo, 22-3-67; “Diário Popular”, São Paulo, 22-3-67; “Diário de Notícias”, São Paulo, 22-3-67; “Folha de S. Paulo”, 22-3-67; “O Globo”, 22-3-67; “Luta Democrática”, Rio de Janeiro, 23-3-67; “O Dia”, São Paulo, 26-3-67; “Diário do Comércio”, São Paulo, 25-3-67; “Diário de Notícias”, Belo Horizonte, 24-3-67; “O Unitário”, Fortaleza, 26-3-67; “Correio Fluminense”, Niterói, 26-3-67; “Correio do Povo”, Porto Alegre, 26-3-67; “Estado do Paraná”, Curitiba, 28-3-67; “Diário Fluminense”, Niterói, 28-3-67; “Jornal de Curitiba”, 29-3-67; “Diário de Minas”, Belo Horizonte, 29-3-67; “Estado de Minas”, Belo Horizonte, 29-3-67; “A Nação”, Itajaí (SC), 30-3-67; “A Nação”, Blumenau (SC), 30-3-67.

(13) O documento foi publicado na íntegra em “Catolicismo”, 203, novembro de 1967; “O Estado de S. Paulo”, 1º-11-67; “Jornal de Curitiba”, 4-11-67; “Diário Popular”, Curitiba, 5-11-67; “O Globo”, Rio de Janeiro, 7-11-67; “Diário do Paraná”, Curitiba, 7-11-67; “A Nação”, Itajaí (SC), 7-11-67; “A Gazeta”, Florianópolis, 9-11-67; “O Progresso”, Lins (SP), 9-11-67; “Estado de Minas”, Belo Horizonte, 11-11-67; “Diário dos Campos”, Ponta Grossa (PR), 19, 21, 22, 23 e 26-11-67. – Resumos foram publicados no “Diário do Paraná”, Curitiba, 4-11-67; “Gazeta do Povo”, Curitiba, 5-11-67; “O Globo”, Rio de Janeiro, 6-11-67; “Correio do Povo”, Porto Alegre, 7-11-67; “Diário dos Campos”, Ponta Grossa (PR), 8-11-67; “Jornal da Manhã”, Ponta Grossa (PR), 11-11-67; “A Voz do Povo”, Bom Jesus do Itabapoana (RJ), 25-11-67; “Tribuna de S. José”, S. José dos Pinhais (PR), 25-11-67. – O documento foi transcrito nos anais da Assembléia Legislativa de Minas Gerais a pedido do deputado Navarro Vieira (cfr. “Diário da Assembléia”, Belo Horizonte, 15-11-67).

(14) Ver TFPs: ações conjuntas em âmbito internacional 2.

(15) O documento foi publicado na íntegra em “Catolicismo”, 228, dezembro de 1969; “Folha de S. Paulo”, 6-11-69; “O Estado de S. Paulo”, 6-11-69; “Gazeta do Povo”, Curitiba, 7-11-69; “Diário de Notícias”, Rio de Janeiro, 7-11-69; “Diário da Tarde”, Curitiba, 7-11-69; “Jornal Pequeno”, São Luís, 11-11-69; “Tribuna de São José”, São José dos Pinhais (PR), 12-11-69. – Resumos foram publicados em “O Jornal”, Rio de Janeiro, 7-11-69; “Diário Fluminense”, Niterói, 8-11-69; “Folha do Comércio”, Campos (RJ), 11-11-69; “O Imparcial”, São Luís, 11-11-69; “Correio da Serra”, Barbacena (MG), 15-11-69.

(16) Cfr. Plinio Corrêa de Oliveira, Maio-1970: dois jovens rezam por você, “Folha de S. Paulo”, 26-4-70; E Nossa Senhora sorrirá ao Brasil, “Folha de S. Paulo”, 14-6-70. Cfr. também “Catolicismo”, 229, janeiro de 1970; 234, junho de 1970.

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