Enche-se de aflição a capitulação do povo
iugoslavo. Ninguém ousará esperar que, no território agora conquistado pelo
invasor, a Religião tenha um tratamento diverso do que lhe está sendo dispensado,
conforme noticiou a Rádio do Vaticano, na França ocupada. Ora, na
Iugoslávia há uma considerável
população católica, à qual estamos vinculados pelos laços que prendem todos os
membros do Corpo Místico de Cristo. E, assim, nada há que se faça contra
aqueles nossos irmãos que em nós não repercuta intensamente.
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A este respeito, não queremos deixar de registrar
que uma comissão de cidadãos croatas domiciliados em São Paulo tomou a
iniciativa de manifestar, em nome de toda a colônia iugoslava nesta cidade,
composta quase toda ela por croatas, sua formal desaprovação ao governo
constitucional em nome da Croácia, e sob a evidente tutela do Reich, por um dos que atentaram, em Marselha, contra a vida do Rei Alexandre da Iugoslávia.
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O Sr. Major
Afonso de Carvalho publicou no “Estado
de São Paulo” uma interessante reportagem em que narra que, ao desembarcar na Espanha, pediu ao dono de um café que lhe servisse, além de nossa
rubiácea, leite, pão e manteiga. O homem respondeu
austeramente: café não tenho, leite não tenho, manteiga não tenho, só tenho
pão. E, ato contínuo, serviu de pão aquele militar patrício. Tendo este
concluído sua refeição, perguntou quanto custava. E o proprietário do café, em
tom “fidalgo”, respondeu apesar de sua pobreza: “ora, imagine se lhe vou cobrar
um pouco de pão”. O episódio é muito significativo, por atestar a permanência
dos sentimentos de cavalheirismo e fidalguia na gloriosa Espanha.
Entretanto, um fato ocorreu naquele país, que muito
mais significativo se manifesta. A respeito da evidente pobreza com que luta o
povo espanhol, encontrou este quinhentos doadores generosos que, desfazendo-se
de ouro, pedras preciosas, etc., mandaram confeccionar uma coroa para a imagem
da Virgem dos desamparados, de Valência.
Se é nobre e belo proceder com fidalguia para com
os homens, quanto mais nobre e mais fidalgo é saber ser generoso e cavalheiro
para com a Mãe de Deus!
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Considerando lamentabilíssimo
que no Sábado de Aleluia tenham desfilado pelas rua do Rio préstitos
carnavalescos de vários clubes que, por razões
que ignoramos, não se exibiram no carnaval. Esses clubes profanaram o
Sábado consagrado às alegrias castas da Ressurreição.