Plinio Corrêa de Oliveira

 

 

Nobreza, Revolução Francesa,

Napoleão Bonaparte e burocracia

 

 

 

 

 

 

 

Exposição de 9 de julho de 1971

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A D V E R T Ê N C I A

Gravação de conferência do Prof. Plinio a sócios e cooperadores da TFP, não tendo sido revista pelo autor.

Se Plinio Corrêa de Oliveira estivesse entre nós, certamente pediria que se colocasse explícita menção a sua filial disposição de retificar qualquer discrepância em relação ao Magistério tradicional da Igreja. É o que fazemos aqui constar, com suas próprias palavras, como homenagem a tão belo e constante estado de espírito:

“Católico apostólico romano, o autor deste texto  se submete com filial ardor ao ensinamento tradicional da Santa Igreja. Se, no entanto,  por lapso, algo nele ocorra que não esteja conforme àquele ensinamento, desde já e categoricamente o rejeita”.

As palavras "Revolução" e "Contra-Revolução", são aqui empregadas no sentido que lhes dá o Prof. Plinio em seu livro "Revolução e Contra-Revolução", cuja primeira edição foi publicada no Nº 100 de "Catolicismo", em abril de 1959.

Refutação da mentira de que se a nobreza na França, durante o "Ancien Régime", tinha defeitos, a melhor solução seria promover uma revolução.

De outro lado, Dr. Plinio mostra como é fácil fazer funcionar as coisas mecânicas e artificiais... mas como é fácil também acabar com elas. Exemplo de como a Espanha rechaçou a invasão de Napoleão Bonaparte e, pelo contrário, como a população de Viena acolheu afetuosamente o imperador Francisco I da Áustria, após sua derrota de Wagram (1809).

Para aprofundar o assunto, vide "Nobreza e elites tradicionais análogas nas alocuções de Pio XII ao Patriciado e à Nobreza romana" (Plinio Corrêa de Oliveira, 1993), Parte III, Documentos X - O caráter paternal da Monarquia tradicional, pags. 313 e segs.).

 


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