Plinio Corrêa de Oliveira

 

 

Revolução e Contra-Revolução

 

 

 

 

 

 

 

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Publicado em Catolicismo, Abril de 1959 (I e II Partes), Janeiro de 1977 (III), Posfácio (1992)

A obra teve traduções para os seguintes idiomas: castelhano, francês, italiano, inglês, romeno, alemão, polonês, bielo-russo, húngaro, russo, lituano, ucraniano, letão, finlandês e uma não impressa, mas "on line" em japonês.
Total de edições: 47
Total de exemplares: 166.995
A lista acima foi atualizada conforme os dados que nos chegaram até o presente momento (segunda quinzena de novembro de 2017).


Índice


Carta do ilustre canonista Pe. Anastasio Gutiérrez, C.M.F. a respeito de Revolução e Contra-Revolução

Introdução

Parte I — A REVOLUÇÃO

Capítulo I — Crise do homem contemporâneo

Capítulo II — Crise do homem ocidental e cristão

Capítulo III — Caracteres dessa crise

1. É universal

2. É una

3. É total

4. É dominante

5. É processiva

A. Decadência da Idade Média

B. Pseudo-Reforma e Renascença

C. Revolução Francesa

D. Comunismo

E. Monarquia, república e religião

F. Revolução, Contra-Revolução e ditadura

Capítulo IV — As metamorfoses do processo revolucionário

Capítulo V — As três profundidades da Revolução: Nas tendências, nas idéias, nos fatos

1. A Revolução nas tendências

2. A Revolução nas ideias

3. A Revolução nos fatos

4. Observações diversas

A. As profundidades da Revolução não se identificam com etapas cronológicas

B. Nitidez das três profundidades da Revolução

C. O processo revolucionário não é incoercível

Capítulo VI — A marcha da Revolução

1. A força propulsora da Revolução

A. A Revolução e as tendências desordenadas

B. Os paroxismos da Revolução estão inteiros nos germes desta

C. A Revolução exaspera suas próprias causas

2. Os aparentes interstícios da Revolução

3. A marcha de requinte em requinte

4. As velocidades harmônicas da Revolução

A. A alta velocidade

B. A marcha morosa

C. Como se harmonizam essas velocidades

5. Desfazendo objeções

A. Revolucionários de pequena velocidade e “semi-contra-revolucionários”

B. Monarquias protestantes — Repúblicas católicas

C. A austeridade protestante

D. A frente única da Revolução

6. Os agentes da Revolução: A Maçonaria e as demais forças secretas

Capítulo VII — A essência da Revolução

1. A Revolução por excelência

A. Sentido da palavra “Revolução”

B. Revolução cruenta e incruenta

C. A amplitude desta Revolução

D. A Revolução por excelência

E. A destruição da ordem por excelência

2. Revolução e legitimidade

A. A legitimidade por excelência

B. Cultura e civilização católica

C. Caráter sacral da civilização católica

D. Cultura e civilização por excelência

E. A ilegitimidade por excelência

3. A Revolução, o orgulho e a sensualidade — Os valores metafísicos da Revolução

A. Orgulho e igualitarismo

B. Sensualidade e liberalismo

Capítulo VIII — A inteligência, a vontade e a sensibilidade na determinação dos atos humanos

1. A natureza decaída, a graça e o livre arbítrio

2. O germe da Revolução

3. Revolução e má fé

Capítulo IX — Também é filho da Revolução o “semi-contra-revolucionário”

Capítulo X — A cultura, a arte e os ambientes, na Revolução

1. A cultura

2. As artes

3. Os ambientes

4. Papel histórico das artes e dos ambientes no processo revolucionário

Capítulo XI — A Revolução, o pecado e a Redenção — A utopia revolucionária

1. A Revolução nega o pecado e a Redenção

2. Exemplificação histórica: negação do pecado no liberalismo e no socialismo

A. A conceição imaculada do indivíduo

B. A conceição imaculada das massas e do Estado

3. A redenção pela ciência e pela técnica: a utopia revolucionária

Capítulo XII — Caráter pacifista e antimilitarista da Revolução

1. A ciência abolirá as guerras, as forças armadas e a polícia

2. Incompatibilidade doutrinária entre a Revolução e a farda

3. O “temperamento” da Revolução é infenso à vida militar

Parte II — A CONTRA-REVOLUÇÃO

Capítulo I — Contra-Revolução é reação

1. A Contra-Revolução, luta específica e direta contra a Revolução

2. Nobreza dessa reação

3. Reação voltada também contra os adversários de hoje

4. Modernidade e integridade da Contra-Revolução

Capítulo II — Reação e imobilismo histórico

1. O que restaurar

2. O que inovar

Capítulo III — A Contra-Revolução e o prurido de novidades

1. A Contra-Revolução é tradicionalista

A. Razão

B. A mecha que ainda fumega

C. Falso tradicionalismo

2. A Contra-Revolução é conservadora

3. A Contra-Revolução é condição essencial do verdadeiro progresso

Capítulo IV — O que é um contra-revolucionário?

1. Em estado atual

2. Em estado potencial

Capítulo V — A tática da Contra-Revolução

1. Em relação ao contra-revolucionário atual

A. Ação individual

B. Ação em conjunto

2. Em relação ao contra-revolucionário potencial

3. Em relação ao revolucionário

A. A iniciativa contra-revolucionária

B. A contra-ofensiva revolucionária

4. Elites e massas na tática contra-revolucionária

Capítulo VI — Os meios de ação da Contra-Revolução

1. Tender para os grandes meios de ação

2. Utilizar também os meios modestos: sua eficácia

Capítulo VII — Obstáculos à Contra-Revolução

1. Escolhos a evitar entre os contra-revolucionários

2. Os “slogans” da Revolução

A. “A Contra-Revolução é estéril por ser anacrônica”

B. “A Contra-Revolução é estéril por ser essencialmente negativista”

C. “A argumentação contra-revolucionária é polêmica e nociva”

3. Atitudes erradas em face dos “slogans” da Revolução

A. Abstrair dos “slogans” revolucionários

B. Eliminar os aspectos polêmicos da ação contra-revolucionária

Capítulo VIII — O caráter processivo da Contra-Revolução e o “choque” contra-revolucionário

1. Há um processo contra-revolucionário

2. Aspectos típicos do processo revolucionário

A. Na marcha rápida

B. Na marcha morosa

3. Como destroçar o processo revolucionário

A. A variedade das vias do Espírito Santo

B. Nada esconder

C. O “choque” das grandes conversões

D. A plausibilidade desse “choque” em nossos dias

E. Mostrar a face total da Revolução

F. Apontar os aspectos metafísicos da Contra-Revolução

G. As duas etapas da Contra-Revolução

Capítulo IX — Força propulsora da Contra-Revolução

1. Virtude e Contra-Revolução

2. Vida sobrenatural e Contra-Revolução

3. Invencibilidade da Contra-Revolução

Capítulo X — A Contra-Revolução, o pecado e a Redenção

1. A Contra-Revolução deve reavivar a noção do bem e do mal

2. Como reavivar a noção do bem e do mal

Capítulo XI — A Contra-Revolução e a sociedade temporal

1. A Contra-Revolução e as entidades de caráter social

A. Obras de caridade, serviço social, assistência social, associações de patrões, de operários, etc.

B. Luta contra o comunismo

2. Cristandade e República Universal

3. Contra-Revolução e nacionalismo

4. A Contra-Revolução e o militarismo

Capítulo XII — A Igreja e a Contra-Revolução

1. A Igreja é algo de muito mais alto e mais amplo do que a Revolução e a Contra-Revolução

2. A Igreja tem o maior interesse no esmagamento da Revolução

3. A Igreja é, pois, uma força fundamentalmente contra-revolucionária

4. A Igreja é a maior das forças contra-revolucionárias

5. A Igreja é a alma da Contra-Revolução

6. A exaltação da Igreja é o ideal da Contra-Revoluçã

7. O âmbito da Contra-Revolução ultrapassa, de algum modo, o da Igreja

8. Se todo católico deve ser contra-revolucionário

A. O contra-revolucionário implícito

B. Modernidade de uma explicitação contra-revolucionária

C. O contra-revolucionário explícito

D. Ação contra-revolucionária que não constitui apostolado

9. Ação Católica e Contra-Revolução

10. A Contra-Revolução e os não católicos

Parte III — REVOLUÇÃO E CONTRA-REVOLUÇÃO — Vinte anos depois

Capítulo I — A Revolução, um processo em transformação contínua

1. “Revolução e Contra-Revolução” e TFPs: vinte anos de ação e de luta

2. Em um mundo que se vem transformando contínua e aceleradamente, permanece atual, nos presentes dias, “Revolução e Contra-Revolução”? — A resposta é afirmativa

Capítulo II — Apogeu e crise da III Revolução

1. Apogeu da III Revolução

A. Na rota do apogeu, a III Revolução evitou com cuidado as aventuras totais e inúteis

B. Aventura, nas próximas etapas da III Revolução?

2. Obstáculos inesperados para a aplicação dos métodos clássicos da III Revolução

A. Declínio do poder persuasivo

B. Declínio do poder de liderança revolucionária

C. Objeção: os sucessos comunistas na Itália e na França

3. O ódio e a violência, metamorfoseados, geram a guerra psicológica revolucionária total

A. As duas grandes metas da guerra psicológica revolucionária

B. A guerra psicológica revolucionária total, uma resultante do apogeu da III Revolução e dos embaraços por que esta passa

4. A ofensiva psicológica da III Revolução, na Igreja

A. O Concílio Vaticano II

B. A Igreja, moderno centro de embate entre a Revolução e a Contra-Revolução

C. Reações baseadas em “Revolução e Contra-Revolução”

D. Utilidade da atuação das TFPs e entidades afins, inspirada em “Revolução e Contra-Revolução”

5. Balanço de vinte anos de III Revolução, segundo os critérios de “Revolução e Contra-Revolução”

Capítulo III — A IV Revolução que nasce

1. A IV Revolução prevista pelos autores da III Revolução

2. IV Revolução e tribalismo: uma eventualidade

A. IV Revolução e o preternatural

B. Estruturalismo – Tendências pré-tribais

C. Despretensioso contributo

D. A oposição dos banais

E. Tribalismo eclesiástico – Pentecostalismo

3. Dever dos contra-revolucionários ante a IV Revolução nascente

Conclusão

Posfácio de 1992


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